Jorge Linhares defende a comemoração do Natal

Jorge Linhares defende a comemoração do Natal

Atualizado: Quarta-feira, 10 Dezembro de 2008 as 12

Consumismo, símbolos pagãos, fábulas, glutonaria, bebedeira e muita ilusão. Por estes e por outros motivos, várias linhas teológicas preconizam que o Natal é uma festa que nada tem a ver com os cristãos e, portanto, não deve ser comemorado. Do outro lado estão os pastores e líderes que vêem na data uma grande oportunidade para proclamar as boas novas de Cristo Jesus. Entre os favoráveis à comemoração do Natal está o Pr. Jorge Linhares, da Igreja Batista Getsêmani, de Belo Horizonte. "O crente deve comemorar o Natal porque é a maior festa cristã", diz ele, que até escreveu um livro a respeito do assunto. "Quem odeia o Natal é o próprio satanás porque a data lembra que o Messias, o Salvador, já chegou. Quem não gosta no Natal é o judeu, que ainda está esperando o Messias; é o muçulmano. O Natal é uma declaração de que Jesus está vivo".

Na opinião de Linhares, as igrejas devem produzir eventos especiais para marcar a data. "Em Lucas, capítulo 2, os pastores recebem a mensagem do Natal e devem anunciá-la. Natal é sinônimo de nascimento", lembra. Mas, como argumentar com os opositores que gostam de enfatizar que Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro e que essa festa surgiu no paganismo? "Se foi no dia 25 de dezembro ou não, não importa. O importante é que existe uma data para lembrar que Jesus nasceu".

O pastor da Getsêmani atribui à igreja a responsabilidade por deixar que símbolos não cristãos se misturem à celebração do Natal. "O Papai Noel está lá porque a igreja deixou. Onde a igreja deixar, o diabo vai entrar", alerta. "Nós temos que entronizar o Natal. Fazer uma cantata como a descrita em Lucas 2 para celebrar o nascimento do nosso Salvador".

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