Luteranos se mobilizam para ajudar desabrigados no RJ

Luteranos se mobilizam para ajudar desabrigados no RJ

Atualizado: Segunda-feira, 17 Janeiro de 2011 as 10:38

Luteranos estão mobilizando comunidades em ações de solidariedade às vítimas das chuvas e enchentes nas cidades de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro. Até no início da noite a Defesa Civil contabilizou 545 mortos. Famílias perderam casas, carros, mobiliário e objetos pessoais.

O assessor da presidência da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), pastor Romeu Martini, enviou carta às paróquias e instituições de serviço pedindo intercessões, informando as ações dos grupos locais e motivando sua rede de comunidades no esforço solidário.

O pastor sinodal Guilherme Lieven, do Sínodo Sudeste, enviou carta pastoral informando que organiza iniciativas solidárias a partir de ministros ordenados, membros de diretorias paroquiais e do Conselho Sinodal nestas cidades.

O Sínodo Sudeste já foi contatado por instâncias e instituições da IECLB e do mundo ecumênico. Lieven agradece o contato, sugere aguardar orientações mais claras, inicia a campanha de solidariedade e disponibiliza a conta bancária (Sínodo Sudeste – IECLB, CNPJ 02511070/0001-30, Banco Itaú, ag. 0057, Conta corrente 48031-1), pedindo que informem os recursos depositados ([email protected]), a serem convertidos em água, colchões e alimentos.

Em Nova Friburgo, o contato tem sido feito com os pastores Adélcio Kronbauer e Armindo Müller. Está sendo formada uma comissão de solidariedade. Linhas telefônicas ainda não foram completamente restabelecidas. Em Petrópolis, a Comissão local terá a participação da Paróquia Luterana, através de Walter Berner.

O Sínodo Sudeste coordenará também campanha de doações, numa proposta de solidariedade a ser desenvolvidas a médio prazo, para atender à necessidade das famílias nos próximos meses, informou o pastor sinodal. As comissões locais são integradas por pessoas de diversas igrejas cristãs, entidades não governamentais e prefeituras locais, para que as iniciativas sejam articuladas.

Por Antonio Carlos Ribeiro

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