
O guia turístico maranhense Dagnaldo Pinheiro Gomes, 36 anos, deportado do Egito por supostamente divulgar ideias cristãs no país, de maioria muçulmana, chegou na manhã desta sexta-feira, 27, ao Brasil. Ele ficou nove dias preso no que definiu como um "esconderijo clandestino", ao lado de prisioneiros que teriam sofrido torturas.
Guia turístico maranhense desembarca no Aeroporto Internacional de Guarulhos
Gomes morava no Egito há sete anos e foi preso no último dia 18, em Cairo, quando visitava as pirâmides do país. Policiais encontraram bíblias e folhetos cristãos escritos em árabe no seu carro e o detiveram pelo crime de proselitismo religioso, proibido pelas leis egípcias.
"Fui colocado em um lugar clandestino, com outros prisioneiros que eram torturados. Tive muito medo, cheguei a ficar incomunicável por alguns dias", afirmou. Oficiais do corpo diplomático brasileiro visitaram Gomes na prisão e atuaram para que ele fosse libertado. "É muito bom voltar para meu país, aqui tem liberdade de expressão", afirmou, após desembarcar no aeroporto internacional de Guarulhos.
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