Marcelo Crivella relembra como surgiu a Igreja Universal

Marcelo Crivella relembra como surgiu a Igreja Universal

Atualizado: Quinta-feira, 30 Junho de 2011 as 3:56

Marcelo Crivella relembra como surgiu a Igreja Universal do Reino de Deus O blog do bispo Edir Macedo republicou um texto assinado pelo senador Marcelo Crivella que conta a decisão do líder da maior denominação neopentecostal do Brasil em abrir a Igreja Universal do Reino de Deus.

Crivella compara o questionamento que abre o livro de Habacuque com a fé e a revolta que motivaram Macedo a montar o ministério.  O senador também conta que por dez anos Edir Macedo frequentou uma igreja na zona sul do Rio de Janeiro com o desejo de pregar, mas os líderes daquele ministério não viam nele nenhuma virtude ou talento para tal responsabilidade.

“O bispo Macedo, quando jovem, frequentou uma igreja evangélica na Zona Sul, por cerca de dez anos. Seu desejo era pregar, mas  os líderes não viam nele qualquer virtude ou talento, qualquer expressão que chamasse a atenção. Nem sequer teve a oportunidade de servir como obreiro. Dez anos não são dez dias. Outro teria desistido. Outro teria desanimado. Não ele. E a razão era a fé.”

Outro momento difícil que o fundador da IURD viveu foi quando ele decidiu deixar seu emprego público para fundar um ministério. Nessa ocasião sua esposa estava grávida da segunda filha que nasceu com lábio leporino. Nesse momento Macedo disse uma frase que Crivella relembra com detalhes: “Eu vou gostar mais dela do que da outra”.

“A outra, a quem se referia, era sua primeira filha, uma criança muito formosa. Não creio ser possível gostar mais de um filho que do outro, mas havia um significado mais profundo naquela expressão. Era muito mais que um pai tentando compensar, proteger ou extravasar sua dor.”

O senador escreve que esse sentimento reflete a essência da Igreja Universal que é gostar mais das pessoas que sofrem, dos aflitos e necessitados. No texto ele também escreve que é por conhecer a história da denominação que ele se aborrece quando vê críticas quanto ao ministério e quanto a sua liderança.

“Quando assisto essa orgia histérica dos insultos mais torpes, esse ódio neurótico, essa perseguição implacável, esse dilúvio de injurias, infâmias e calúnias contra o bispo e a igreja, que as pessoas são capazes de publicar com a mais equivocada convicção, o maior dos enganos, a tese transloucada de que ele engendrou uma fórmula para explorar os pobres, lamento com profunda amargura. Certamente não conhecem a Igreja Universal, quem somos e de onde viemos.”

Defendo a igreja da qual ele faz parte, o senador afirma: “A Igreja Universal não surgiu com a deliberação de uma assembleia de homens ilustres, ou de um conselho diretor ou de uma fundação de notáveis. Nem tão pouco foi subsidiada, patrocinada, bancada por recursos do governo ou de um milionário caridoso. Essa igreja é a resposta simples, direta e fiel de um Deus que honra a fé, a revolta e o sacrifício.”

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