Menina curada de lepra surpreende e emociona Ap. Valdemiro Santiago

Menina curada de lepra surpreende e emociona Ap. Valdemiro Santiago

Atualizado: Terça-feira, 14 Dezembro de 2010 as 3:27

“Todas as feridas do corpo de Ana foram curadas da noite para o dia”, diz a mãe, Debora

  “Quando eu soube no dia, achei extraordinário”, narra o apóstolo Valdemiro Santiago sobre a vida da pequena Ana Carolina Bonifácio Ribeiro, de cinco anos, filha dos hoteleiros Debora Cristina Bonifácio Ribeiro, 38 anos, e Emanuel Ribeiro Sobrinho, 44 anos. “Na quinta feira, três dias atrás, eu saí na porta da sede, no Brás, e algumas pessoas vieram me agarrar e pedir oração.

  Entre elas, veio este casal, com a menina pequena sofrendo com aquela enfermidade na pele que para mim é um tipo de lepra. A criança se arranhando, sangrando, partia meu coração olhar. Investido de fé, declarei a cura e disse para que a trouxessem depois para dar o testemunho. Imaginei uns quinze dias comigo, pelo estado em que a pele da menina estava, até a recuperação. Para minha surpresa, na sexta feira eu ia saindo da sede novamente e a mãe chorando, me esperava e veio correndo na minha direção dizer para que eu visse a menina, completamente curada. Glória de Deus”.  

Membros da Igreja Mundial do Poder de Deus há dois anos, Debora conta que a situação de sua filha, Ana, era uma recaída. “Quando ela nasceu, a pele dela era frágil e com um aninho de idade, as feridas começaram a aparecer. Fizemos tratamentos, pomadas, e ela cresceu, trocou a pele e a doença sarou.  

Esses dias, as feridas reapareceram e na quinta feira, minha filha acordou desesperada, com muitas dores, se coçando. Veio me mostrar e quando olhei o corpo dela, estava todo coberto de feridas, sangue escorrendo pelo corpo e nos dedinhos dela, bateu um desespero, pensamos que a doença havia voltado com tudo, que o sofrimento da minha filha recomeçaria”.

  Debora e o esposo, Emanuel, tentaram acalmar a filha enquanto se prepararam e a trouxeram até a sede da Igreja Mundial do Poder de Deus no Brás. “A esperança dela estava aqui. Sei disso porque a minha vida é um testemunho do poder de Deus. Dois anos atrás, vim para esta obra sofrendo com um câncer terminal no intestino, contra a vontade de todos. Passei um sufoco tremendo para poder chegar à reunião, usando fraudas e pesando 40 kg. Consegui atravessar pela multidão e passar doze horas com o rosto colado no altar, clamando, suplicando para que Deus me deixasse viver. O apóstolo naquele dia orou por mim e dezoito dias depois, eu estava curada. A médica que cuidava do meu caso dizia que mesmo que eu me recuperasse, as cordas que ligam o meu intestino nunca mais seriam restauradas, mas nos exames, ela mesma viu que Deus me curou. Nada é impossível para Deus”.

  “Pai, eu vou ficar toda pipocada? Ela me disse, com o sangue nos dedos e a pele toda cortada”, conta o pai Emanuel. “Meu coração apertado, mas disse para ela: ‘Calma, filha, que hoje mesmo vamos ao apóstolo Valdemiro Santiago para clamar a Deus por sua vida’. Chegávamos na rua em frente a igreja quando vimos o apóstolo rodeado de pessoas, do lado de fora do templo. Corremos para mostrar a menina a ele e minha esposa disse ‘Olha o que está nela’ e ele nos respondeu ‘olha o que saiu dela’. Voltamos mais tranquilos para casa depois disso”.

  “Acordei no dia seguinte determinada a bater fotos da pele da minha filha para mostrar depois quando viéssemos dar testemunho da cura na vida de Ana”, diz Debora. “Peguei a câmera, chamei meu esposoe juntos entramos no quarto dela, mas quando chegamos para olha-la, Ana não tinha mais nada, nenhuma marca, sequer um sinal da doença ou das feridas”.  

Emocionado, o apóstolo Valdemiro Santiago recitava que “o poder de Deus nesta obra supera nossa fé. Os pais e eu sabíamos que a criança seria curada, mas nenhum de nós imaginou que Jesus chegaria na frente tão rápido. Este é um casal de fé, uma família abençoada”. No seu braço, a pequena Ana testificava. “Coçava muito, filhinha?” – pergunta o apóstolo. “Coçava”, respondeu. “E sabe quem te curou?” A resposta da menina provocava o grito de exaltação da boca do apóstolo: “Jesus”.  

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