Ministra de Direitos Humanos reconhece projeto adventista

Ministra de Direitos Humanos reconhece projeto adventista

Atualizado: Quarta-feira, 30 Março de 2011 as 11:06

 O projeto Quebrando o Silêncio, de combate à violência doméstica desenvolvido em todo o mundo, garantirá aos adventistas do sétimo dia participação nas discussões governamentais a respeito do assunto.

A titular da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, ministra Maria do Rosário Nunes, viu o material utilizado pelo projeto em 2011 na manhã desta terça-feira, dia 29, em Brasília, disse que já tem conhecimento dos princípios do projeto há mais tempo e reconheceu a sua relevância. “A permanência deste projeto, o fato de ele estar se mantendo ao longo dos anos, com muita seriedade, com as revistas e o trabalho de base, significa um alerta e praticamente as mãos estendidas para dentro do lugar mais sagrado, que é a casa das pessoas”, comentou a ministra.

O encontro ocorreu com a coordenadora do projeto Quebrando o Silêncio para oito países sul-americanos, Wiliane Marroni, que saiu satisfeita com percepção de que o projeto fará parte do portfólio de ações recomendadas pela Secretaria no combate aos maus tratos e agressões praticados contra mulheres, crianças e idosos. “Esta parceria com o Governo Federal é muito importante para dar maior divulgação a esta campanha constante que realizamos em todo o mundo. Em várias regiões e países sul-americanos, já temos boas parcerias com os governos municipais e estaduais”, afirma.

Maria do Rosário elogiou, também, a revista infantil da campanha que mostra uma história de prevenção do abuso infantil. “Temos de reconhecer que, pela via da fé e da presença religiosa, existem, também, iniciativas muito importantes como esta que é muito importante para o Brasil”, acrescentou. Além de receber exemplares do material utilizado em 2011 da campanha, a ministra foi presenteada com a revista Esperança Viva (portfólio oficial dos adventistas sul-americanos). Mais de 400 mil revistas voltadas ao público adulto e 160 mil direcionadas às crianças e adolescentes foram produzidas em 2010 para serem distribuídas à população

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