Mulher se sustenta na fé para superar deficiência e vira atleta: “Fui chamada por Deus”

Após um acidente, Andrea teve de amputar um pé. Mas, isso não foi o suficiente para que ela desanimasse e agora irá competir em jogos.

fonte: Guiame, com informações do Christian Today

Atualizado: Segunda-feira, 10 Julho de 2017 as 11:24

Mesmo sem um pé, Andrea acredita que pode superar seus limites pela fé. (Foto: DoD).
Mesmo sem um pé, Andrea acredita que pode superar seus limites pela fé. (Foto: DoD).

Acidentes podem acontecer no ambiente de trabalho. Mas, e quando um lhe faz amputar um pé? Foi o que aconteceu com Andrea Dubus, uma mecânica da Marinha dos Estados Unidos. Apesar de perder um membro de seu corpo, ela reconhece que seu trabalho é um chamado de Deus para sua vida. E para mostrar que ainda pode efetuar grandes coisas, ela vai competir na “Warrior Games”Ela diz que percebeu o convite quando ouviu do próprio Deus que deveria se inscrever para os testes militares. Foi durante sua jornada de trabalho que um acidente aconteceu, a bordo de um navio que passava pelo Japão. O evento fez com que ela precisasse amputar seu pé.

Agora ela é uma atleta do Departamento de Defesa dos EUA e vai competir na “Warrior Games”. Andrea é um grande destaque de sua temporada e credita sua boa performance a Deus. Segundo ela, o Criador a ajuda em dias bons e em dias ruins. Ela ainda recomenda esportes para pessoas que também podem estar com algum tipo de deficiência ou feridos.

"Viva um dia de cada vez e continue respirando porque a vida não termina", disse ela. "Há uma passagem nas Escrituras que eu gosto de citar: ‘Posso todas as coisas através de Deus que me fortalece’. Enquanto você continuar se segurando em Cristo, você ainda pode continuar a caminhar. Não é o fim. Continue”, encoraja a cristã.

A voz de Deus

Andrea se alistou na Marinha depois do catastrófico evento do dia 11 de setembro, quando as Torres Gêmeas foram abaladas por um ataque terrorista. Seu objetivo era se tornar uma mecânica estrutural da Marinha quando ouviu uma "voz pequena e silenciosa" que a encorajava a se juntar ao militares.

"Eu fui chamada por Deus", disse ela, que também ressaltou que sua profissão estava no sangue, desde que seu avô, Husted Dubus, serviu como companheiro de artilheiro na Segunda Guerra Mundial, bem como outros parentes que também serviram na Marinha. Andrea explicou que sua espiritualidade a guiou ao longo do tempo nas forças armadas, incluindo sua recuperação de graves lesões.

Cerca de 265 membros do serviço militar são pessoas feridas ou veteranos que representam equipes do Exército, Corpo de Fuzileiros Navais, Marinha, Guarda Costeira, Força Aérea, Comando de Operações Especiais dos EUA, Reino Unido e a Força de Defesa australiana. Essas pessoas estão competindo em categorias como tiro com arco, ciclismo, pista e campo, natação, vôlei e basquete em cadeira de rodas.

Os eventos de pista, onde Andrea vai competir, incluem trilha de cadeira de rodas, disco sentado e tiro, bem como a competição de ciclismo. Ela não cresceu como uma atleta logo no início resistiu fazer parte do programa quando ouviu falar sobre isso. Mas, hoje admite que gosta porque “parece ótimo, isso me dá uma sensação de propósito novamente. Todo mundo me recebeu com os braços abertos e apoiou. Esses caras foram uma benção. Eles são ótimos”, finalizou.

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