“O amor de Deus não se limita ao povo cristão, Ele alcança o maior pecador”, diz pastor

O pastor Joel Engel ministrou sobre o amor de Deus pelos perdidos.

fonte: Guiame, Luana Novaes

Atualizado: Quinta-feira, 12 Novembro de 2020 as 3:55

(Foto: Tinnakorn Jorruang/Getty Images/iStockphoto)
(Foto: Tinnakorn Jorruang/Getty Images/iStockphoto)

Em um culto de Santa Ceia ao lado de sua família na última terça-feira (10), o pastor Joel Engel ministrou sobre o amor de Deus pelos perdidos. Para explicar a extensão desse amor, ele começou falando sobre o princípio da criação.

O pastor observa que, antes de existirem as denominações religiosas, Deus estabeleceu uma família que começou com Adão e Eva. Mas depois da queda do homem, o pecado modificou o DNA humano e isso trouxe consequências à descendência de Adão — começando pelo crime de Caim, que assassinou o próprio irmão, Abel.

“Isso mostra a situação da família que nós herdamos em nossos genes. Por causa do pecado, uma uma modificação no DNA de Adão e isso passou para seus filhos”, disse Engel. “Todo ser humano tem a mesma decadência e o mesmo gene pecaminoso”.

O pastor observa que, antes do judaísmo começar em Abraão, a humanidade vivia a religião de Adão. O homem conhecia as leis de Deus e as vivia em família. “Havia uma religião, que era buscar a Deus de forma simples, com a família, onde o pai era o sacerdote. A família é uma instituição que vem muito antes da religião”.

Engel compartilhou uma experiência que viveu em Israel, no ano passado, quando esteve com rabinos em um tradicional shabat judaico. Na ocasião, o pastor observou a forma como os judeus menosprezam os “góis” (também chamados gentios ou ímpios) e resolveu abordar isso através das lentes da Palavra de Deus.

“Naquela mesa, eu perguntei ao rabino: ‘Quem é a maior pessoa que existe dentro da história judaísmo? Ele respondeu que é Abraão”, relata. “Eu perguntei: ‘Se Abraão é maior, quem abençoou Abraão? Melquisedeque’. Ele fazia parte do povo do mundo, antes do judaísmo ser estabelecido. Isso significa que alguém do mundo abençoou o povo judeu”.

Engel lembrou então que a maior característica de Abraão era também uma marca de Deus: ele partiu pão e vinho com os perdidos. “O amor de Deus é tão grande que ele não fica limitado ao povo judeu ou ao povo cristão. Ele alcança o maior pecador, a pessoa mais perdida”, observa o pastor.

Engel lembrou aos rabinos que em Gênesis 17:4, Deus disse a Abraão que ele seria pai de muitas nações”. Isso significa que ele seria pai de góis, ou seja, de gentios de diversos povos. 

“Deus amou o mundo. Deus amou o gói. Deus amou as pessoas perdidas”, acrescentou Engel, citando o texto de João 3:16, que diz: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. 

“Se um incêndio queimasse toda a Bíblia e restasse apenas esse versículo, esta seria a melhor notícia do Evangelho. Esta é a palavra que atinge os corações mais perdidos”, destacou.

Confira a pregação completa neste link: facebook.com/watch/?v=4024316977594858

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