O cristianismo e o ‘bem-vindo’ incondicional sobre suas portas

O cristianismo e o ‘bem-vindo’ incondicional sobre suas portas

Atualizado: Quinta-feira, 26 Setembro de 2013 as 11:24

amor incondicionalCristianismo tem um ‘bem-vindo’ incondicional sobre suas portas para o abalado pela tempestade, o quebrantado em espírito e o inadequado. É o braço do amor de Deus lançado ao redor daqueles que desistiram de si mesmos ou dos quais o mundo desistiu, e não têm nada a oferecer.
 
Se você cresse, veria a glória de Deus (João 11:40). Cristo faz de nós aquilo que de outra maneira jamais seríamos capaz de alcançar. 
 
Nos Evangelhos, nós O vemos em Sua honestidade e de braços abertos. Para Ele não havia nenhum joão-ninguém, nenhuma ralé, nenhuma escória da sociedade. Ele veio para as ovelhas perdidas. Para mulheres, que eram tratadas como sub-espécie em alguns países orientais, como o são ainda hoje, Cristo deu honra.
 
Jesus disse “sempre faço o que Lhe agrada [o Pai]” (João 8:29). O que Ele havia visto o Pai fazer? Ele O viu abaixar-se sobre as infames tribos do Egito. Aqueles Israelitas joão-ninguéns, descartáveis, Deus os pegou e os fez grandes.
 
Jesus fez o mesmo. Ele escolheu pescadores, não príncipes, para ser Seus embaixadores. Os Evangelhos repetidamente O mostram encontrando o indesejável e dando-lhe um lugar. 
 
Seu alcance do rejeitado é uma parte comovente da história do Evangelho. Jesus está com o perdido e com o que vem em último. Os perdidos Ele acha e aos últimos Ele diz: “Os últimos serão os primeiros” (Mateus 20:16).
 
 
- Reinhard Bonnke
 

veja também