Pastores apresentam trabalhos em Conferência de Comunicação

Pastores apresentam trabalhos em Conferência de Comunicação

Atualizado: Segunda-feira, 29 Agosto de 2011 as 11:08

A Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo, realizou no dia 18 de agosto, a VI Conferência Brasileira de Comunicação Eclesial (Eclesiocom). O evento acadêmico é referência nacional em relação à comunicação religiosa, pois está vinculado à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Neste ano, a conferência teve o seguinte tema: Comunicação e Religião em Tempos de Cibermídia. O palestrante desta edição foi o antropólogo, Dr. Airton Jungblut, professor da PUC-RS. Ele comentou a respeito do uso que os religiosos fazem do ciberespaço e a retroalimentação que existe entre a religião, a mídia e a sociedade. De acordo com o Dr. Jungblut, na internet a ação religiosa mais eficaz e frequente é aquela realizada por ação pessoal e não a institucionalizada, ao contrário dos meios tradicionais. O professor também comentou a respeito de uma cena evangélica underground que existe na internet e amplia o debate religioso. Segundo ele, essa cena é justificada em grande parte pelo anonimato que a internet possibilita.

Pastores  no Eclesiocom - Os pastores Rodrigo Follis e Eduardo Teixeira apresentaram os seus trabalhos na conferência e representaram a Igreja Adventista do Sétimo Dia entre outras denominações presentes no evento.

O Pr. Rodrigo Follis, professor do curso de comunicação do Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP-EC), apresentou uma reflexão voltada para a Moralidade, Consumo e Religião.

Já o Pr. Eduardo Teixeira, assessor de imprensa da União Este Brasileira (UEB), fez uma análise das cartas, divulgadas pela Folha.com, do massacre de Realengo (episódio onde 12 crianças foram mortas na Escola Pública Tasso da Silveira por um ex-aluno, em abril deste ano).

De acordo com os pastores, o evento é uma oportunidade ímpar no ambiente acadêmico para discutir a relação entre mídia e religião. E, neste ano, o tema central permitiu a reflexão a respeito de como a adoração pode ser alterada quando a religião está inserida na cibermídia.

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