Pesquisadora fala de fundamentalismo religioso como doença mental

Pesquisadora fala de fundamentalismo religioso como doença mental

Atualizado: Quarta-feira, 26 Junho de 2013 as 8:09

menteNa última quarta-feira, 19 de junho, Kathleen Taylor, pesquisadora em neurociência da Universidade de Oxford, falou sobre fundamentalismo religioso como doença.
 
A fala da pesquisadora foi em um festival literário no Reino Unido. "O fundamentalismo religioso poderá um dia ser tratado como doença mental - e curado", afirmou.
 
“Alguém que se tornou, por exemplo, radical em relação a uma ideologia - podemos deixar de ver isso como uma escolha pessoal resultante do puro livre-arbítrio e podemos começar a tratar isso como algum tipo de distúrbio mental”, disse a pesquisadora. “De várias formas isso pode ser uma coisa muito positiva porque sem dúvida as crenças em nossas sociedade podem provocar muitos danos.”
 
Ao complementar suas frases, Kathleen buscou deixar claro que não se referia apenas ao fundamentalismo islâmico.
 
“Todos nós mudamos as nossas crenças. Todos nós persuadimos uns aos outros para fazer coisas; todos nós assistimos publicidade; somos todos educados e experimentamos religiões; a lavagem cerebral é o extremo disso; é coercitiva, forte, um tipo de tortura psíquica”, disse ela em um vídeo no YouTube.
 
 
com informações da Revista Galileu
 

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