
Há muito que ouço: "Religião e Política não se discute." Será?
Agora com Marina Silva chegando lá. Assustando a todos com seu corpo franzino, seus discursos desconexos e seu pragmatismo religioso, ouço os mais absurdos comentários: "Ela consulta a Bíblia." "Ela é isso, ela é aquilo. A mídia adora perguntar sobre homofobia, casamento gay, quanto ela ganha por palestra, etc. Convicções políticas à parte, ela está aí e pelo jeito chegou para ficar, digo, para se eleger.
O que me assusta mesmo são os paradoxos. Vê-se de tudo um pouco. Profecias, profetadas, ateusada e até parece que os evangélicos encontraram nela um fio de esperança de que o Brasil não deve nem pode ser anarquizado. Cuidado para não pôr a perder a chance de ter à frente da nação uma pessoa temente a Deus
O que lamento disso tudo? Simples. Gente que está medindo a amizade de acordo com as preferências políticas do amigo. Pior, isso também vale na religião.
Eu gostaria muito de manter as amizades sinceras que contruí ao longo da minha vida. Se por um motivo ou outro, não caminhamos juntos, o Deus é o mesmo e o céu para onde todos iremos sob a graça de Jesus, também deverá ser o mesmo.
Se na política o que prevalece são as intrigas, traições e falsidades, na religião, nada disso deveria ter lugar.
Confesso que, por mim, os amigos sempre terão um lugar à mesa e podem comer o pão comigo. Política eu posso discutir e ter minhas preferências, mas não troco uma amizade por dez candidatos.
- Estivel Ramos
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