"Quando Deus escolhe é desde o ventre", diz mãe da pequena Milena

"Quando Deus escolhe é desde o ventre", diz mãe da pequena Milena

Atualizado: Sexta-feira, 15 Julho de 2011 as 10:01

A sétima edição da ExpoCristo recebeu uma visita especial que animou o chá de mulheres desta quinta-feira. A pequena Milena, estrela mirim descoberta no Programa Raul Gil, participou do evento que homenageou as mulheres.

Ana Cristina e o pastor Marlon, pais da pequenina de apenas quatro anos, estavam acompanhando a filha. A família pertence à 4ª Igreja do Evangelho Quadrangular de Curitiba.

A mãe, Ana Cristina, falou com exclusividade ao GUIA-ME sobre os talentos de Milena e como isso tudo começou. Ela começou bem cedo, desde a minha barriga para falar a verdade. O tempo foi passando e isso foi surgindo de forma espontânea nela. No meio das brincadeiras ela já falava de Jesus, imitava personagens. Geralmente, o que o pastor pregava no culto de domingo ela refazia no outro dia com as bonequinhas, pregando, cantando e orando.

Ela garante que não houve um incentivo especial para que a filha começasse a fazer o que faz hoje e que tudo partiu da própria Milena. “O incentivo é normal, levar os filhos para a igreja, falar de Jesus. Quando Deus escolhe é desde o ventre e não tem como segurar, ela está atendendo ao Ide de Jesus”, declarou.

A pequenina, que também canta em casamentos e aniversários infantis, encanta a todos com facilidade por tamanha espontaneidade, inclusive nas gravações do programa do SBT. “É algo espontâneo dela, muitas vezes tem até que dizer ‘Milena, está bom, para um pouco’, mas isso é a Milena”, explica a mãe.

Sobre como é a Milena em casa, Ana Cristina diz que é a mesma coisa, ela brinca, fala de Jesus e só para quando dorme.

“Nos momentos de brincadeira ela pega os bonequinhos, faz de personagens, mistura vários assuntos ao mesmo tempo, dá dicas de alimentação falando de Jesus e diz que não pode fazer coisa feia. Muitas vezes eu paro o que estou fazendo e penso ‘Meu Deus, a Milena não existe’, aí não sei se eu rio ou choro”, conta a mãe.

Por Juliana Simioni

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