Reinhard Bonnke: "Fé envolve risco, ou não seria fé"

Reinhard Bonnke: "Fé envolve risco, ou não seria fé"

Atualizado: Terça-feira, 24 Setembro de 2013 as 12

féJacó teve uma experiência revolucionária com Deus. Não somente um novo relacionamento com Deus foi estabelecido mas até seu nome foi mudado para Isra-el. 
 
Gideão, um fazendeiro frustrado e outro cético, deu um passo de ousadia confiando em Deus, com benefícios para a nação.
 
Muito tempo depois na praia do Lago da Galiléia, Jesus encontrou sete discípulos desanimados, recarregou as baterias de sua fé e os enviou para mudar todo o mundo. 
 
Em Efésios 1, Paulo ora para que os crentes experimentem uma revolução a fim de verem a ‘incomparável grandeza’ aberta a eles. 
 
Essas pessoas arriscaram-se com Deus. Elas nem sempre creram, mas disseram “Vou confiar em Deus.” Eles deram um pequeno passo que se mostrou um grande avanço para um novo modo de vida para si e para futuras gerações.
 
Eu digo “arriscaram-se,” mas apenas da mesma maneira em que um homem arrisca-se com sua esposa numa ocasião especial. Ele a conhece e confia nela. Ele exibe uma confiança nela que pode lhe dar verdadeiro prazer. E “sem fé é impossível agradar a Deus.” 
 
Esse é o tipo de “risco” que a fé requer. Milhões vivem assim hoje. “O justo viverá por fé.” Fé envolve risco, ou não seria fé. É antecipação confiante baseada no conhecimento de quem Deus é. 
 
Pedro sabia quem Jesus era e obedeceu-Lhe ao andar sobre a água. Fé é agir na força do que sabemos, esperando que Deus seja para nós o que sabemos que Ele é. Quando “arriscamos” tudo em Deus, Ele Se mostra fiel. 
 
 
- Reinhard Bonnke
 

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