Teófilo Hayashi: "A própria igreja brasileira se tornou um campo missionário"

Teófilo Hayashi: "A própria igreja se tornou um campo missionário"

Atualizado: Segunda-feira, 19 Novembro de 2012 as 12:05

Nos últimos dias 15, 16 e 17 de novembro aconteceu mais uma Conferência Dunamis.

Além da conferência, o Movimento Dunamis tem outras ações que visam estimular uma mudança de estilo de vida.
 
Teófilo Hayashi, idelizador do Movimento, afirma que a visão do Dunamis é a mesma de quando ele foi criado. "Recebemos uma visão muito clara do Senhor para alcançar universitários e jovens profissionais que seriam futuros líderes em suas esferas de influência."
 
O que mudou foram os métodos da aplicação do movimento. No começo ele era focado dentro das igrejas, hoje o foco maior é nas universidades.
 
A busca pelo avivamento dentros dos campus universitários é o objetivo dos 'pockets', grupos formados para evangelização de universitários. Atualmente, o Dunamis já conta 40 desses grupos.
 
Em entrevista ao GUIAME, Hayashi conta que vê hoje o ministério dividido em dois grandes focos. "Um foco, através dos pockets, diretamente para o não crente, e outro, através dos eventos, para o jovem crente que já está dentro da igreja, mas preso a uma mentalidade de que ele não tem o poder de influenciar", explica.
 
Teófilo Hayashi
 
Por conta disso, ele acredita que "a própria igreja brasileira se tornou um campo missionário."
 
Um dos ministrantes da última edição da Conferência Dunamis foi Jake Hamilton. O líder do movimento diz que uma das músicas do ministro encaixa muito bem ao ideal do grupo. A música diz 'Eu sou realeza, eu tenho um destino, eu vou mudar o mundo.' "Tem muito a ver com a gente porque somos um grupo completamente movido por um ideal".
 
A canção, de acordo com ele, ensina o que muitos ainda precisam entendeu. "Essa geração precisa de uma identidade, nós não sabemos quem somos, por isso, á vezes, começamos a olhar pro mundo e, de maneira secreta, desejar os prazeres que as pessoas têm lá. Esse é um sinal de que nós não temos a mínima noção do que nós temos", destaca.
 
Com o Movimento consolidado há alguns anos, Teófilo Hayashi compartilha um pouco do sentimento em ver o propósito de Deus se cumprindo.
 
"Fico bismado com o que Deus faz porque eu sei quem sou e sou muito imperfeito. Poder ver um Pai que me ama tanto permitir que eu faça a obra junto com Ele me constrange (...) É só o começo. Ainda estou muito longe de ver o que Deus colocou no nosso coração se tornar realidade. Eu quero ver mais", completa.
 
 
GUIAME.COM.BR
 

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