"Vivo com o Coração de Deus" diz fiel curado por oração de Valdemiro Santiago

"Vivo com o Coração de Deus" diz fiel curado por oração de Valdemiro Santiago

Atualizado: Quinta-feira, 31 Março de 2011 as 12:56

“Sou a testemunha viva de que o homem que depende de Deus pode viver do coração de Deus”, diz o paranaense Arthur Pereira, de 70 anos, sobre seu caso peculiar. “Eu tenho somente metade do coração e continuo vivo pela misericórdia de Deus”.

Acompanhado da esposa, Elza da Silva Pereira, 68 anos, o casal conta que ambos contraíram, há 45 anos, a doença de chagas. “Estávamos juntos no hospital quando fizemos os exames e os médicos descobriram. Tanto eu quanto meu esposo sofríamos da doença.

Vivíamos dependentes de remédios, sabendo que os nossos corações tinham dia contado, mas pela misericórdia de Deus, o meu coração desinchou e voltou ao normal com os anos, enquanto eu bebia da água ungida e buscava com clamor a Deus, mas o de Arthur inchou demais, laceou, era como uma laranja saltando do peito dele e, em 2003, ele estourou”, conta Elza.

Segundo os exames hospitalares, Arthur permaneceu morto das 8 horas até às 14 horas, sem sinais vitais, com os médicos o mantendo vivo por aparelhos e tentando reanima-lo com desfibriladores. Revivido, Arthur passou a depender de um marca-passo, de manutenção contínua de três em três anos, além de carregar um desfibrilador para emergências.

“Depois do incidente, continuei levando uma vida normal, embora debilitado, até conhecer a Igreja Mundial do Poder de Deus, quatro anos atrás. Nossa vida aos poucos foi mudando através da palavra e entendi que vivia porque Deus assim o quis”, continua Arthur, que, em 2009, sofreu um novo aumento no coração devido a uma rejeição ao novo marca-passo, em uma das trocas periódicas a cada três anos.

“O coração de Arthur voltou a inchar e ficou parecido com um melão, de tão inchado. Ele ficou debilitado que precisava de ajuda para tudo e até para tomar banho, precisava ser sentado em uma cadeira para podermos limpa-lo. Procuramos um médico, mas o coração dele estava tão imenso que o médico não teve coragem de fazer nada por ele, disse que mesmo que mexesse, Arthur morreria”, explica Elza. “Viemos até o Templo dos Milagres enquanto ele visitava um especialista daqui de São Paulo que também se recusou a mexer no coração e no aparelho.

Quando chegamos, conseguimos nos aproximar do apóstolo Valdemiro Santiago, que colocou a mão sobre a cabeça de Arthur. Voltamos para casa de nossa filha, onde ficamos enquanto em São Paulo e assim que ele entrou em casa, começou a vazar um líquido da altura do diafragma dele, depois o aparelho que havia inflamado começou a sair sozinho. Precisamos voltar às pressas para Curitiba e ele foi internado com urgência para a remoção do aparelho. Essa queda do marca-passo ainda causou um derrame em Arthur que paralisou todo o seu lado esquerdo do corpo”.

“Enquanto eu estava no quarto”, continua Arthur, “minha esposa se sentou do meu lado, colocou as mãos sobre a minha cabeça e orou a Deus por um milagre urgente. Eu entreguei a minha vida a Deus e Ele nos ouviu e me curou. O coração desinchou e a infecção do coração dele virou um osso milagrosamente e abriu o espaço no corpo por dentro de mim para que o aparelho vazasse para fora.

O médico disse que se o osso tivesse caído no meu coração, eu teria morrido. O maior milagre é que, depois que o marca-passo saiu, os médicos perceberam que eu não preciso mais do aparelho, meu coração, mesmo sendo somente metade, começou a bombear normalmente para todo o meu corpo, com energia normal. Assim como o coração voltou, fui curado das sequelas do derrame, de diabetes, colesterol e trimiscerídeos altos na mesma oração naquele dia e nunca mais precisei de remédios para eles, os exames já me indicavam por saudável.

A recomendação médica é que ainda assim eu não conseguiria andar, erguer mais do que cinco quilos e teria problemas diversos, mas pela misericórdia de Deus, ergo em torno de sessenta quilos e não tenho nenhum tipo de limitação. Eu vivo pela força de Jesus, que Deus me dá, ela me sustenta”.

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