
"Voltamos!", foi a palavra que destacou a capa do jornal satírico "Charlie Hebdo", que voltou nesta quarta-feira (25) às bancas.
Uma charge que retrata o Papa, um jihadista e a líder de extrema-direita Marine Le Pen com raiva, correndo atrás de um cachorro que tem em seu focinho uma edição do jornal satírico, ilustrou a primeira edição da Charlie Hebdo, depois do ataque em 7 janeiro.
Com tiragem de 2,5 milhões de exemplares, a edição que circula nesta quarta-feira tem se estendeu aos Estados Unidos.
Com um histórico de satirizar todo tipo de figuras políticas e religiosas, Charlie Hebdo não abriu mão de manter o humor que motivou o assassinato de 12 funcionários por extremistas islâmicos.
Desta vez, a Igreja Católica foi zombada por sua aversão ao Gleeden, um site na internet que incentiva relações extraconjugais.
Além das sátiras, uma comovente mensagem de agradecimento foi publicada pelo periódico, pelos apoios que recebeu após o ataques. "Agradecemos às crianças do jardim-de-infância que se juntaram e nos fizeram uma doação. Agradecemos ao menino que tirou cinco euros de sua carteira e nos enviou.”
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