Cerca de 22 mil jihadistas morreram em combate pelo Estado Islâmico em um ano e meio

Ainda de acordo com Le Drian, o Estado Islâmico ainda conta com 35 mil combatentes. Além disso, pelo menos 12 mil deles são de nacionalidades estrangeiras.

Fonte: Guiame, com informações da AFPAtualizado: quinta-feira, 21 de janeiro de 2016 às 21:28
Reprodução: Youtube
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Jean-Yves Drian, ministro francês da Defesa afirmou que aproximadamente 22 mil jihadistas morreram em operações militares da coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria. A aliança política tem ido de encontro com o grupo terrorista há cerca de um ano e meio. Jean-Yves divulgou a informação nesta quinta-feira, 21.

"Há uma cifra que a coalizão dá. São 22 mil mortos desde o início das operações no Iraque e na Síria durante o inverno boreal de 2014” disse Jean-Yves Drian à emissora de TV France 24. Ele admitiu que a cifra é, sem dúvida, "um pouco aproximada".

Ainda de acordo com Le Drian, o Estado Islâmico ainda conta com 35 mil combatentes. Além disso, pelo menos 12 mil deles são de nacionalidades estrangeiras (nem sírios, nem iraquianos).
"Não há nenhuma ofensiva do Daesh [acrônimo em árabe para o EI] há algum tempo. O Daesh enfrenta uma situação de extrema fragilidade, mas deve-se manter a prudência", acrescentou.

Ataques na Líbia

Autoridades da Líbia afirmaram que militantes do Estado Islâmico atacaram um dos principais terminais de petróleo do país, ateando fogo a tanques de estoque da commodity na cidade costeira de Ras Lanuf. Um porta-voz da estatal National Oil Corporation, Mohammed al-Hariri, e Osama al-Hadairi, porta-voz da unidade de segurança dos postos de petróleo, afirmaram que o ataque ocorreu no início da última quarta-feira, 20.

O grupo afiliado ao Estado Islâmico na Líbia, que controla a cidade de Sirte, no centro do país, realizou vários ataques do tipo e destruiu pelo menos uma dezena de tanques de petróleo. Os ataques no porto petrolífero vizinho de Sidra destruíram completamente 16 dos 19 tanques de combustível do local, em um sério revés para o setor de petróleo líbio, que já enfrenta dificuldades. A Líbia entrou num quadro de caos a partir de 2011, ano em que foi deposto o ditador Muamar Kadafi.

Confira o vídeo da TV France 24

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