Drag queen fica seminu diante de alunos, em defesa da ideologia de gênero

Em uma performance realizada dentro de uma escola estadual em Salvador, na Bahia, uma drag queen dançou diante dos alunos e tirou sua roupa durante a apresentação.

fonte: Guiame

Atualizado: Terça-feira, 5 Dezembro de 2017 as 11:06

Natha tirou seu vestido e prosseguiu usando um collant transparente junto com uma espécie de biquíni. (Foto: Reprodução/Facebook)
Natha tirou seu vestido e prosseguiu usando um collant transparente junto com uma espécie de biquíni. (Foto: Reprodução/Facebook)

Em uma performance realizada dentro de uma escola estadual em Salvador, na Bahia, uma drag queen dançou diante dos alunos e tirou sua roupa durante a apresentação.

Utilizando o nome Natha Sympson, o homem que se classifica como “a drag mais quente de Salvador” participou de um projeto sobre “Identidade de Gênero e Sexualidade” no Colégio Estadual Odorico Tavares, na região de Vitória, um bairro nobre de Salvador.

No vídeo que foi publicado na última sexta-feira (1) por ela mesmo no Facebook, a drag queen afirma que foi convidada por uma professora da escola para a apresentação. Sua dança foi realizada diante de dezenas de adolescentes no pátio do colégio.

Em certo momento de sua apresentação, Natha tira seu vestido e prossegue usando apenas um collant transparente junto com uma espécie de biquíni. Os alunos que assistiam à performance vibrava com cada movimento da drag queen, que dançava ao som de Anitta e Pabllo Vittar.

“Fico feliz em saber que a arte drag queen ta invadindo tudo, com muito amor e carinho. E que ta tudo bem em ser LGBT e afeminada. Espero que um dia todo esse preconceito exploda e que faça bastante fumaça, mas fumaça do amor”, declarou Natha em sua página no Facebook.

Desde a publicação do vídeo, o ato promovido pela escola tem sido duramente criticado nas redes sociais.

“Os pais dessas crianças deveriam processar a escola. Não é atividade que incremente o conhecimento acadêmico, expõe as crianças a erotização precoce que é causa de gravidez precoce com consequente abandono de escola, causa de explosão dos caso de sífilis e de HIV em função de promiscuidade”, disse uma das usuárias do Facebook nos comentários.

“Os ‘shows’ (pessoas confusas com a própria sexualidade, se vestindo com roupas extravagantes e maquiagem over, dublando cantoras, já que não tinham voz pra cantar) das drags antes eram feitos em casas noturnas, para adultos que curtiam e pagavam ingresso pra assistir as apresentações. Agora é de graça, para crianças em escolas públicas”, comentou outro.

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