Policiais pedem ajuda de pastores para combater crime: “Eles são a coluna da comunidade”

Um promotor americano pediu ajuda das igrejas para “adotarem” membros de gangues locais e educá-los a uma nova consciência.

fonte: Guiame, com informações de The Christian Post

Atualizado: Quinta-feira, 22 Junho de 2017 as 1:59

Um promotor americano pediu ajuda das igrejas para combater a criminalidade. (Foto: WSFA 12 News)
Um promotor americano pediu ajuda das igrejas para combater a criminalidade. (Foto: WSFA 12 News)

Pastores podem combater o crime? Segundo o promotor Michael Jackson, do Condado de Dallas, no estado norte-americano do Alabama, sim.

Considerando os pastores a “coluna da comunidade”, Jackson lançou um novo programa para combater o crime e a violência no condado envolvendo os líderes religiosos. Para isso, ele pediu ajuda das igrejas para “adotarem” membros de gangues locais e educá-los a uma nova consciência.

Jackson sugeriu que os fiéis tomem algumas funções na igreja como parte de projeto, envolvendo os criminosos em atividades esportivas e os encorajando a buscarem mudança.

O promotor acredita que este é o melhor caminho para evitar que mais pessoas se envolvam com a criminalidade. “Nós não queremos que eles matem as pessoas e roubem as pessoas”, disse ele.

Os pastores elogiaram a ideia de Jackson e se comprometeram com o programa. “Eu acho que vai ajudar. Eu acho que precisamos dialogar mais sobre isso, mas eu acho que é uma grande ideia”, disse o pastor John Grayson, líder da Gospel Tabernacle Church.

No início do mês, os pastores também foram convidados para se juntarem à unidade de combate ao crime pelo governador de Kentucky, Matt Bevin, que lhes pediu para formar grupos de oração em áreas de alta criminalidade da cidade.

“Eu acredito no poder da oração. Eu vivencio”, disse Bevin, que faz parte da Convenção Batista do Sul, a um grupo de pastores e moradores de Kentucky.

O parlamentar incentivou os grupos de oração a patrulhar certos blocos em determinadas áreas da cidade, vários dias da semana e em todas as semanas, por um ano.

Além disso, o governador revelou que planeja caminhar e orar, junto com sua família. “Você não precisa de permissão para fazer isso. Você caminha até uma esquina, ora pelas pessoas, conversa com as pessoas ao longo do caminho”, explicou. “Sem músicas, sem cantorias, sem megafones. Seja agradável, fale com as pessoas, é isso”.

O argumento de Bevin teve boas reações. “Fazer para os outros o que você gostaria que fizessem com você: esses princípios são o que este governador está tentando trazer de volta para a comunidade de fé, para sair e tocar as comunidades da maneira que devemos”, disse o pastor Jerry Stephenson.

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