A conquista do impossível

A conquista do impossível

Atualizado: Segunda-feira, 13 Dezembro de 2010 as 10:23

Brigas conjugais podem ser ocasionadas por diferentes motivos e, se pelo menos um dos envolvidos não buscar uma solução para que haja o entendimento, o resultado pode ser o divórcio.

O empresário Wellington Mariano de Brito, de 40 anos, e sua esposa Adriana, de 36, relatam que se não tivessem tomado a iniciativa de procurar ajuda espiritual na Igreja Universal teriam se separado, pois as brigas eram constantes devido ao intenso ciúme presente na relação. “Certa vez os vizinhos chamaram a polícia para acabar com as discussões”, conta Wellington.

Além dos problemas conjugais, o casal tinha grande dívida. “Morávamos de favor, pois não tínhamos condições de pagar aluguel. Chegamos a ter R$ 80 mil em dívidas”, recorda. Num determinado dia, ao sair de uma consulta médica em que fazia tratamento para depressão, Adriana estava decidida a se suicidar. “Queria me matar, só que, no caminho, avistei a IURD e resolvi entrar na Igreja. Através de minha primeira oração, Deus me livrou daquele mal interior, me curando da doença”, relata.

Por meio da iniciativa da esposa, Wellington também passou a ir à Igreja Universal. “Quando percebi que Adriana estava diferente, resolvi frequentar as correntes de orações escondido”, explica o empresário.

O sacrifício pelo sonho

O casal passou a orar junto nas reuniões. Inclusive, participaram com muita determinação da Fogueira Santa. “Fizemos o nosso sacrifício e Deus nos mostrou que o impossível poderia acontecer. Nosso casamento foi restaurado, as brigas acabaram, passamos a nos respeitar”, afirma Adriana.

Na Fogueira seguinte, eles deram fim às dívidas. “Nas campanhas que vieram depois, como não havia mais débito, conquistei bens materiais. Já na quinta, consegui realizar o sonho de ser dono do meu próprio negócio. Abri uma empresa, tenho clientes por todo o Brasil”, declara o empresário. A família tem todo o conforto e estabilidade. “Eu, Adriana e minha filha Raíssa Lara, de 17 anos, fazemos viagens para o exterior, temos carro e moto importados e uma casa triplex muito confortável. Sou grato a tudo o que Deus fez por nós”, conclui Wellington.

Por Daniela Schlichta (texto e foto)

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