Fernanda Brum - Ela vai para onde Deus mandar

Fernanda Brum - Ela vai para onde Deus mandar

Atualizado: Sexta-feira, 8 Agosto de 2008 as 12

Por Claudia Moraes A cantora Fernanda Brum é convertida há 16 anos, tem 15 de carreira e há seis anos foi ordenada pastora. Tem nove CDs gravados e dois DVDs. Duas vezes por semana participa dos cultos na igreja que freqüenta na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Nos outros dias "vai para onde Deus mandar".

Sua voz expressa muitas vezes composições próprias, que compartilham experiências pessoais, com o objetivo de evangelizar e edificar. As premiações recebidas, como cinco Discos de Ouro, dois de Platina, um Disco Duplo de Platina e um DVD de Ouro; representam, para Fernanda, vidas que foram alcançadas por seus louvores.

Guia-me - A sua carreira como cantora gospel começou na década de 90. Como foi a gravação do primeiro CD?

Fernanda Brum - Foi bem difícil. Eu não conhecia ninguém evangélico e foi produzido por uma galera do secular. O primeiro disco foi bem roqueiro, rock puro. E assim [...] lindo, eu adorei o trabalho e foi um ótimo começo.

Guia-me - O que mudou na sua forma de cantar e até mesmo em seu ministério?

Fernanda Brum - Ministerialmente, eu fui me encontrando. A gente vai crescendo em revelação, em graça, em conhecimento. A maturidade é o grande salário do tempo e isso é muito bom.

Guia-me - Como é conciliar o ministério de pastora com as atividades e shows de cantora?

Fernanda Brum - Temos a quarta-feira e o domingo que não negociamos. Temos que estar na Igreja local. Não é quarta, não é domingo, vamos para onde Deus mandar.

Guia-me - O que costuma ouvir?

Fernanda Brum - Eu escuto muito Jason Upton; Rita Springer; Jesse Velasquez, os discos antigos dela; Casa de Davi, Davi Silva. Ouço muita gente nesta linha de adoração profética, Ludmila [Ferber]...

Guia-me - Qual foi a música de outros intérpretes que marcou a sua vida?

Fernanda Brum - Acho que as músicas da Rita Springer. Tem muita música linda, mas vou destacar "Coração [igual ao Teu]", do Davi Silva.

Guia-me - E dos seus trabalhos, qual destacaria e por quê?

Fernanda Brum - Eu gosto de "Cura-me". É forte para mim. "Cura-me" é a minha história, minha história de adolescente, de infância, da separação dos meus pais. É tudo muito meu. Este disco [Cura-me] é muito especial.

Guia-me - Ao longo de sua carreira, você tem recebido muitos prêmios como discos de ouro e platina, como avalia estas premiações?

Fernanda Brum - Premiação é o resultado de um trabalho sério. Símbolo de que muitas pessoas receberam o CD. Eu fico feliz, porque eu conto em almas. Tem gente que conta em cópias, eu conto em almas. Cada cópia vendida é uma alma que eu ganhei para Jesus.

Guia-me - Você tem uma identidade com o ministério missionário. Você se considera uma missionária?

Fernanda Brum -  Claro. Eu sou uma missionária urbana, camuflada de artista para fazer este trabalho evangelístico. Eu sempre fui missionária.

Guia-me - Quais são os seus projetos futuros?

Fernanda Brum - Ah... isso é segredo. Não posso revelar ainda.

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