Praise Machine - Parte da história do gospel no Brasil

Praise Machine - Parte da história do gospel no Brasil

Atualizado: Quinta-feira, 24 Janeiro de 2008 as 12

Por Claudia Moraes

Em treze anos de estrada, a banda Praise Machine passou por diferentes fases da música gospel e até do próprio grupo, que começou tocando reggae e hoje apresenta o estilo pop rock.

Em 1995, ficou conhecida pela canção "Bom é Estar", uma das mais pedidas da Gospel FM, em São Paulo. Em 1997, veio mais um sucesso "O Toque", que foi apresentado no FestiValda, obtendo segundo lugar entre as 1.220 bandas inscritas. Na ocasião, David Fantazzini era o vocalista.

O último CD (ao vivo) reuniu os três trabalhos anteriores e trouxe antigos amigos, como os ex-vocalistas Fernando Nunes e David Fantazzini. Além da participação especial do grupo de louvor Renascer Praise.

Os planos para este ano são: trabalhar melhor a divulgação deste último CD e buscar uma nova gravadora.

Guia-me - Como foi para o grupo o lançamento do CD e DVD ao vivo?

Praise Machine -  Na verdade ainda está sendo, acabou que não foi lançado oficialmente, devido ao término das atividades da gravadora na qual mantínhamos contrato. Foi feita uma pequena tiragem, somente do CD. O DVD, tínhamos feito por conta própria, mas foram poucos também. Em breve, pretendemos fazer um relançamento destes produtos.  

G - De quem foi a idéia de reunir velhos companheiros como o Fernando Nunes e o David Fantazzini?

PM -  Foi da própria banda. Eles são grandes irmãos, não poderíamos registrar em um DVD parte da história da banda, sem que eles estivessem juntos.  

G - Qual foi a principal mudança de quando começaram?

PM -  Certamente o estilo musical, a idéia era ser uma banda de reggae. Hoje, somos totalmente pop rock. 

G- O jovem ainda é o público alvo? Ou este jovem envelheceu e hoje vocês têm um público mais família?

PM -  Por se tratar de um trabalho jovem, com jovens tocando, acaba rolando mais adeptos desta faixa etária. Porém, o alvo sempre foi e será alcançar vidas através do louvor, independente da idade.  

G - No caso do mercado gospel, apresentou melhora ou piora?

PM -  Em alguns aspectos vejo que melhorou muito, em outros piorou demais. Porém, o mercado é muito complicado. Hoje, é muito fácil gravar um CD e acreditamos que o povo não está absorvendo tudo o que é lançado. O que torna as coisas muito mais difíceis quanto à divulgação, distribuição e produção de eventos. 

G - Quais são os projetos para este ano?

PM -  Continuar o nosso trabalho e buscarmos uma nova gravadora.

G - O que a banda ouve?

PM -  Ouvimos de tudo um pouco. Somos privilegiados em viver em uma época que tem música boa para todos os gostos.

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