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Acusado de abuso, diretor-gerente do FMI dirá ser inocente

Acusado de abuso, diretor-gerente do FMI dirá ser inocente

Atualizado: Domingo, 15 Maio de 2011 as 11:03

    O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, vai se declarar inocente da acusação de abuso sexual a uma camareira de um hotel em Nova York, disse seu advogado, Benjamin Brafman, em um e-mail à Reuters.

Promotores da cidade de Nova York acusaram a autoridade máxima do FMI de crime sexual por um suposto ataque contra uma camareira, informou a polícia.     Strauss-Kahn deve ser colocado diante de um juiz ainda neste domingo.

O chefe do FMI e possível candidato à presidência da França foi detido no sábado no aeroporto internacional JFK de Nova York quando já estava dentro de um avião que levantaria voo com destino à Paris, segundo a polícia.

Uma camareira de 32 anos deu queixa por abuso sexual contra Strauss-Kahn pelo suposto incidente ocorrido no hotel Sofitel na Times Square.

Strauss-Kahn, um dos responsáveis em dar resposta à crise financeira e global de 2007 a 2009 e à crise soberana na Europa, vinha sendo Strauss-Kahn, um dos responsáveis em dar resposta à crise financeira e global de 2007 a 2009 e à crise soberana na Europa, vinha sendo Segundo a polícia, ele teria deixado o hotel Sofitel logo após o incidente.

Strauss-Kahn recebeu neste sábado a visita de um diplomata francês para "proteção consular", informou neste domingo o Ministério das Relações Exteriores da França. Um porta-voz ministerial indicou à Agência Efe que o cônsul-geral em Nova York, Philippe Lalliot, visitou o economista preso na noite deste sábado.

Segundo o porta-voz, a embaixada francesa nos EUA e o consulado "estão mobilizados" para o assunto e "em estreito contato com o FMI e as autoridades americanas".

O político francês, à frente do FMI desde 2007, foi preso dentro do avião da companhia aérea Air France, quando seguia a Paris, e acusado de ter atacado sexualmente uma camareira de um hotel em Nova York.

Strauss-Kahn, de 62 anos, considerado o principal nome do Partido Socialista francês para as eleições presidenciais de 2012, já foi indiciado por tentativa de estupro, ato sexual criminoso e retenção ilegal.        

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