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Bovespa tem baixa no pregão desta quinta

Bovespa tem baixa no pregão desta quinta

Atualizado: Quinta-feira, 9 Junho de 2011 as 11:18

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera na manhã desta quinta-feira (9) em queda. Às 10h33, o Ibovespa recuava 0,20%, aos 63.159 pontos.

Na véspera, o Ibovespa teve baixa de 0,29%, aos 63.032 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 5,101 bilhões. Novos indicadores econômicos americanos e as palavras do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, estão no foco dos mercados no começo dos negócios desta quinta-feira.

Enquanto aguardam dados de estoques no atacado americano, agentes analisam notícias do mercado de trabalho. Os novos pedidos de seguro-desemprego dos Estados Unidos somaram 427 mil na semana terminada no dia 4 deste mês, o que representou alta de de 1 mil perante uma semana antes, quando as novas solicitações ficaram em 426 mil (dado revisado).

No front europeu, o BCE deixou a principal taxa de juro da zona do euro inalterada em 1,25%, assim como o Banco da Inglaterra (BOE, na sigla em inglês) manteve o custo do dinheiro da região em 0,5%.

No Brasil, o mercado repercute a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) que, conforme o previsto, elevou a taxa Selic em 0,25 ponto, para 12,25% ao ano. O breve comunicado indicou que o ajuste segue, já que a expressão 'suficientemente prolongada' foi mantida. Ou seja, uma nova elevação na taxa básica está praticamente contratada.

Na Ásia, a China apresenta nesta noite a balança comercial de maio, para a qual está estimado superávit de US$ 19,8 bilhões, antes os US$ 11,42 bilhões de abril.

A maior parte dos indicadores das bolsas da região registrou retração nesta quinta-feira. Em Xangai, o Shanghai composite caiu 1,71%, enquanto, em Hong Kong, o índice Hang Seng teve desvalorização de 0,23%. As bolsas de Taipé e Seul acompanharam o movimento e também ficaram no vermelho. Já no Japão, o Nikkei 225 teve avanço de 0,19%.

A economia japonesa encolheu 0,9% entre janeiro e março, perante os três meses antecedentes, segundo confirmou o governo hoje. Este foi o segundo trimestre com contração no Produto Interno Bruto (PIB).          

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