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Brasil registra recorde na geração de empregos

Brasil registra recorde na geração de empregos

Atualizado: Segunda-feira, 23 Junho de 2008 as 12

O Brasil alcança neste mês a marca inédita de 30 milhões de carteiras assinadas. "É um número muito forte para economia e mostra que mesmo com o atual índice de inflação, o País continua gerando empregos formais e batendo recordes", destacou o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Ele reafirmou, ainda, a previsão de mais de 1,8 milhão de novos empregos e o crescimento de mais de 6% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos últimos 12 meses, foram criados 1.755.502 postos, o que corresponde a um crescimento de 6,21%, resultado superior ao identificado no mesmo período do ano anterior (+1.374.179 ou + 5,05%). O desempenho representa a expansão de 3,63% do emprego formal no ano - um número recorde na série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira. Em maio, houve a inserção de 202.984 trabalhadores no mercado formal.

Setores - Todos os setores apresentaram aumento do número de pessoas com carteira assinada em maio de 2008. Em termos absolutos, Serviços se destacou, com o incremento de 55.361 vagas (+0,47%). Os segmentos que mais contribuíram para o resultado foram os Serviços de Comércio e de Administração de Imóveis (+20.587 postos ou +0,68%), os Serviços de Alojamento Alimentação Reparação e Manutenção (+9.846 postos ou +0,23%) e os Serviços de Transportes e de Comunicação (+8.948 postos ou +0,57%). 

Regiões - Houve expansão do número de contratações formais em todas as regiões brasileiras no período: Sudeste (+140.901 postos ou +0,96%), Sul (+23.218 postos ou +0,42%), segunda maior geração do período, sendo menor que a ocorrida em maio de 2004: +33.546 postos; Centro-Oeste (+13.462 postos ou +0,63%), segundo maior saldo para o mês, superado pelo registrado em maio de 2004: +20.978 postos; Nordeste (+19.117 postos ou +0,46%), Norte (+6.286 postos ou +0,51%)

São Paulo continua a liderar a geração de empregos no País (+ 75.734 ou + 0,76%), seguido por Minas Gerais (+37.968 postos ou +1,18%), Paraná (+16.739 postos ou 0,83%) e Rio de Janeiro (+16.195 postos ou +0,56%). Por conta de fatores sazonais negativos vinculados às atividades da cana-de-açúcar, o estado de Alagoas apresentou redução de 7.645 postos de trabalho (-3.44%).

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