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Carro zero e casa própria fazem procura por consórcios crescer 38%

Carro zero e casa própria fazem procura por consórcios crescer 38%

Atualizado: Segunda-feira, 14 Junho de 2010 as 2:54

A compra de veículos leves e imóveis por meio de compra de cotas de consórcios impulsionou o volume de negócios do setor nos quatro primeiros meses deste ano. Nesse período, o Sistema de Consórcios registrou um volume de negócios de 13,5 bilhões de reais, um aumento de 38,5% em relação ao mesmo período de 2009. Os números são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). Nos automóveis, camionetas e utilitários, veículos considerados leves, o total de volume negociado de janeiro a abril deste ano foi de 6,3 bilhões de reais, valor 57,5% maior que os contabilizados há um ano. No setor imobiliário, as transações atingiram 6,6 bilhões de reais, número 26,9% superior aos 5,2 bilhões de reais atingidos no primeiro quadrimestre do ano passado. O aumento da procura por consórcios é justificado, segundo uma pesquisa recente da consultoria Quórum Brasil, pelo aumento do poder aquisitivo das classes C e D, e pelo maior uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para a compra de imóveis. Outras contribuições foram juro final alto e término das isenções de IPI nos automóveis, inovação constante nos eletroeletrônicos e parcelas baixas para a compra de motocicletas.

Ainda de acordo com o estudo, os motivos que levaram os consumidores a optarem por compra por meio de consórcios foram a inexistência de juros, o parcelamento integral do valor do bem desejado e a busca de formação de patrimônio.

De janeiro a abril, a comercialização de novas cotas (veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços) acumulou 679.500, 14,2% mais que no mesmo período de 2009. Em abril, o número de participantes ativos chegou a 3,84 milhões, 5,8% mais que os 3,63 milhões no mesmo mês, no ano passado. As contemplações também evoluíram. O acumulado de janeiro a abril de 2010 somou 317.200 contra 308.400, totalizados no mesmo quadrimestre de 2009, alta de 2,9%

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