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Consumidores da classe alta pedem mais a nota fiscal

Consumidores da classe alta pedem mais a nota fiscal

Atualizado: Quinta-feira, 16 Abril de 2009 as 12

A renda familiar está diretamente relacionada ao hábito dos consumidores de pedirem a nota fiscal no País. Mais da metade dos brasileiros da classe A e B1 têm este costume, o que não acontece com as classes mais baixas. Assim, 58% das pessoas da classe A1 afirmam pedir o comprovante fiscal após aquisições, já o percentual de consumidores entre a A2 e B1 é 51%. No intervalo entre as classes B2 e C ele é de 43%, enquanto na classe D apenas 38% têm este hábito.

Estas informações são dados coletados pela GfK, uma das empresas de pesquisa do Brasil e do mundo, que fez entrevistas pessoais com 1500 consumidores, homens e mulheres, maiores de 13 anos, das classes A, B, C e D, representando a população de 9 regiões metropolitanas do País: Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O comportamento com relação ao pedido da nota fiscal é muito diferente em cada localidade. Em média 44% dos brasileiros solicitam o comprovante. A população de Belém é a que mais pede nota fiscal (66%), seguida pela de Fortaleza (56%), São Paulo (51%) e Belo Horizonte (50%). Os moradores de Salvador são os que menos têm este hábito, apenas 18% afirmam pedi-la .

Analisando os entrevistados por faixas de idade, os adolescentes também não têm este costume. Somente 34% dos compradores com idade entre 13 e 19 anos pedem nota fiscal contra os 44% da média geral. Na lista dos que mais pedem o comprovante estão os brasileiros entre 30 e 39 anos (48%) e entre 40 e 49 anos (47%).

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