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Consumo de energia cresce 8,5% em março no país, aponta ONS

Consumo de energia cresce 8,5% em março no país, aponta ONS

Atualizado: Quarta-feira, 7 Abril de 2010 as 12

O consumo de energia elétrica cresceu 8,5% em março, na comparação com igual período em 2009, segundo dados preliminares do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) divulgados nesta quarta-feira. Em relação a fevereiro, a carga que circulou pelo sistema nacional foi praticamente estável, com leve variação negativa de 0,1%.

No acumulado dos últimos 12 meses, há alta de 3,3% sobre período correspondente anterior. Segundo o Boletim de Carga Mensal do ONS, a alta pode ser explicada pela retomada da produção industrial, afetada pela crise no início de 2009, aliada ao aumento do consumo residencial, com o uso de mais aparelhos de ar condicionado.

A carga de energia é uma prévia do consumo de energia. O ONS mede o valor total que passa no sistema e não contabiliza as eventuais perdas de energia. Ao todo, a carga de energia elétrica calculada para o sistema em setembro totalizou 58.311 MW (megawatts) médios.

Consumo regional

O sistema Sudeste/Centro-Oeste foi responsável por 35.720 MW médios da carga total, variação positiva de 7,8% na comparação com março do ano passado. Em relação a fevereiro, houve retração de 0,7%. Nos últimos 12 meses, verificou-se avanço de 3,2%.

No Sul, o consumo de energia elétrica em março cresceu 7% em relação a igual período em 2009. Em relação a fevereiro, foi constatada alta de 1,7%. Nos últimos 12 meses, houve incremento de 3,7% no consumo de energia na região.

No Nordeste, os valores preliminares de carga em março indicam variação positiva de 13% em relação a igual período em 2009. Na comparação com fevereiro, houve acréscimo de 3,1%. O acumulado dos últimos 12 meses aponta crescimento de 4,4% em relação a igual período anterior.

Na região Norte, a carga de março foi 9,2% superior ao volume verificado em igual mês no ano passado. Em relação a fevereiro, os dados do ONS apontam para um avanço de 2,6%. No acumulado dos últimos 12 meses, foi constatada variação positiva de 0,8%, na comparação com período imediatamente anterior.

Por: Cirilo Junior

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