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Dia das Crianças movimenta comércio popular na região da Rua 25 de Março

Dia das Crianças movimenta comércio popular na região da Rua 25 de Março

Atualizado: Sexta-feira, 2 Outubro de 2009 as 12

A proximidade do Dia das Crianças já está deixando lojas de brinquedos lotadas de clientes e fazendo com que ambulantes mudem seus produtos para artigos infantis na região da Rua 25 de Março, área de comércio popular no Centro de São Paulo.

Na loja Armarinhos Fernando, uma das maiores da região, os corredores estavam lotados de pais, crianças e funcionários repondo estoques de produtos na segunda-feira, 28 de setembro. O G1 esteve no local. Em apenas uma manhã, foram vendidas quase 200 bonecas "Jennifer", que custa R$ 2,50, cada, uma das mais baratas da loja.

O estabelecimento espera que o movimento neste ano cresça de 5% a 6% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o gerente do local, Ondamar Antonio Ferreira, o domingo anterior à data costuma ser o dia de maior movimento na loja no ano todo, com público superior ao que procura o local para comprar material escolar. "Os pais se preocupam mais com a felicidade dos filhos do que com os estudos", diz o gerente. A loja trabalha com a capacidade total de funcionários nesse período por causa do crescimento no número de clientes.

"Se a criança pede, os pais não negam", afirma taxativo o gerente da Comercial Gomes, outra loja que vende brinquedos na 25 de Março. Segundo ele, no estabelecimento, o Dia das Crianças só perde em vendas para o Natal. Para atender o aumento da demanda neste período, a loja vai abrir no próximo domingo, 4 de outubro, e também no domingo, dia 11, véspera do Dia das Crianças.

Para a manicure Marlyane Silva Marinho, de 36 anos, o presente da data é mais importante até mesmo que o do aniversário de sua única filha Thayane, de 13 anos. "Eu economizo nos outros meses para o Dia das Crianças", disse a mãe que deu um teto de R$ 200 para a garota escolher "uma boneca que fala", o presente que pediu.

A dona de casa Daniela dos Santos, de 24 anos, também não economizou para agradar a filha Gabrielle Esther, de 4 anos, e comprou três brinquedos para a menina: um lap top infantil, um quebra-cabeça e um cubo mágico. "São todos educativos. O cubo mágico incentiva o raciocínio", afirmou ela, que gastou R$ 66 nos brinquedos. A dona de casa mora em Mairiporã, na Grande São Paulo, e explicou ter ido até a 25 de Março para poder comprar presentes mais em conta.

Além de agradar o filho Gabriel, de 3 anos, a recepcionista Daniela Solange de Lima, de 23 anos, e o marido, o militar Leandro Alves dos Santos, de 24 anos, também compraram presentes para cinco sobrinhos, incluindo um de apenas 8 meses, e outro que ainda nem nasceu. "O que não nasceu vai ganhar um mordedor", contou Daniela. O casal estimava gastar cerca de R$ 150 com os presentes.

De acordo com os lojistas, a tradição de meninas procurando bonecas e meninos, carrinhos, permanece. No entanto, nos últimos anos, é grande a demanda pelos lap tops infantis, cujos preços variam de R$ 49 a R$ 170, na região. Segundo o gerente do Armarinhos Fernando, os brinquedos mais vendidos são relacionados com personagens de desenhos animados ou filmes que fazem sucesso como Ben 10 e Homem-aranha.

Para aproveitar a maior procura por artigos infantis nessa época, o ambulante Jair Rosa, de 53 anos, que fica na Rua Afonso Kherlakian, destinou um espaço da banca, antes ocupado só por forros de almofadas, para brinquedos. Ele começou o mês de setembro vendendo baralhos infantis, mas como o produto não está saindo muito, o ambulante pretende comercializar bonecas e carrinhos a partir de segunda-feira (5). "Trabalho na rua há mais de 30 anos. A gente tem de diversificar no Dia das Crianças e no Natal", disse ele.

Seu colega ambulante José Olival, de 33 anos, já comemora o aumento de vendas de 20 bonecas por dia para 40 desde o mês de setembro. Cada unidade da boneca "Maria", uma espécie de imitação do estilo Barbie, custa R$ 8 no varejo e R$ 6 no atacado.

Na loja Dubai Center as vendas de brinquedos também já tiveram um aumento de cerca de 50% no mês de setembro, segundo a gerente Júlia Cheng, de 30 anos. Ela espera dobrar as vendas agora em outubro.

Shoppings

A expectativa da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Allshop) é de que as vendas aumentem 5% este ano em relação ao mesmo período de 2008. De acordo com a entidade, o gasto médio por pessoa na data fica entre R$ 70 e R$ 100. Segundo a associação, as vendas devem ser impulsionadas por bonecos e bonecas que chegaram às lojas nos últimos dois meses.

Levantamento da entidade em lojas de shopping aponta que os bonecos de dez centímetros podem ser encontrados em cartelas individuais por R$30 ou triplas, por R$90. Já os bonecos de 25 centímetros têm preço médio de R$ 80.

A proximidade do Dia das Crianças já está deixando lojas de brinquedos lotadas de clientes e fazendo com que ambulantes mudem seus produtos para artigos infantis na região da Rua 25 de Março, área de comércio popular no Centro de São Paulo.

Na loja Armarinhos Fernando, uma das maiores da região, os corredores estavam lotados de pais, crianças e funcionários repondo estoques de produtos na segunda-feira, 28 de setembro. O G1 esteve no local. Em apenas uma manhã, foram vendidas quase 200 bonecas "Jennifer", que custa R$ 2,50, cada, uma das mais baratas da loja.

O estabelecimento espera que o movimento neste ano cresça de 5% a 6% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o gerente do local, Ondamar Antonio Ferreira, o domingo anterior à data costuma ser o dia de maior movimento na loja no ano todo, com público superior ao que procura o local para comprar material escolar. "Os pais se preocupam mais com a felicidade dos filhos do que com os estudos", diz o gerente. A loja trabalha com a capacidade total de funcionários nesse período por causa do crescimento no número de clientes.

"Se a criança pede, os pais não negam", afirma taxativo o gerente da Comercial Gomes, outra loja que vende brinquedos na 25 de Março. Segundo ele, no estabelecimento, o Dia das Crianças só perde em vendas para o Natal. Para atender o aumento da demanda neste período, a loja vai abrir no próximo domingo, 4 de outubro, e também no domingo, dia 11, véspera do Dia das Crianças.

Para a manicure Marlyane Silva Marinho, de 36 anos, o presente da data é mais importante até mesmo que o do aniversário de sua única filha Thayane, de 13 anos. "Eu economizo nos outros meses para o Dia das Crianças", disse a mãe que deu um teto de R$ 200 para a garota escolher "uma boneca que fala", o presente que pediu.

A dona de casa Daniela dos Santos, de 24 anos, também não economizou para agradar a filha Gabrielle Esther, de 4 anos, e comprou três brinquedos para a menina: um lap top infantil, um quebra-cabeça e um cubo mágico. "São todos educativos. O cubo mágico incentiva o raciocínio", afirmou ela, que gastou R$ 66 nos brinquedos. A dona de casa mora em Mairiporã, na Grande São Paulo, e explicou ter ido até a 25 de Março para poder comprar presentes mais em conta.

Além de agradar o filho Gabriel, de 3 anos, a recepcionista Daniela Solange de Lima, de 23 anos, e o marido, o militar Leandro Alves dos Santos, de 24 anos, também compraram presentes para cinco sobrinhos, incluindo um de apenas 8 meses, e outro que ainda nem nasceu. "O que não nasceu vai ganhar um mordedor", contou Daniela. O casal estimava gastar cerca de R$ 150 com os presentes.

De acordo com os lojistas, a tradição de meninas procurando bonecas e meninos, carrinhos, permanece. No entanto, nos últimos anos, é grande a demanda pelos lap tops infantis, cujos preços variam de R$ 49 a R$ 170, na região. Segundo o gerente do Armarinhos Fernando, os brinquedos mais vendidos são relacionados com personagens de desenhos animados ou filmes que fazem sucesso como Ben 10 e Homem-aranha.

Para aproveitar a maior procura por artigos infantis nessa época, o ambulante Jair Rosa, de 53 anos, que fica na Rua Afonso Kherlakian, destinou um espaço da banca, antes ocupado só por forros de almofadas, para brinquedos. Ele começou o mês de setembro vendendo baralhos infantis, mas como o produto não está saindo muito, o ambulante pretende comercializar bonecas e carrinhos a partir de segunda-feira (5). "Trabalho na rua há mais de 30 anos. A gente tem de diversificar no Dia das Crianças e no Natal", disse ele.

Seu colega ambulante José Olival, de 33 anos, já comemora o aumento de vendas de 20 bonecas por dia para 40 desde o mês de setembro. Cada unidade da boneca "Maria", uma espécie de imitação do estilo Barbie, custa R$ 8 no varejo e R$ 6 no atacado.

Na loja Dubai Center as vendas de brinquedos também já tiveram um aumento de cerca de 50% no mês de setembro, segundo a gerente Júlia Cheng, de 30 anos. Ela espera dobrar as vendas agora em outubro.

Shoppings

A expectativa da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Allshop) é de que as vendas aumentem 5% este ano em relação ao mesmo período de 2008. De acordo com a entidade, o gasto médio por pessoa na data fica entre R$ 70 e R$ 100. Segundo a associação, as vendas devem ser impulsionadas por bonecos e bonecas que chegaram às lojas nos últimos dois meses.

Levantamento da entidade em lojas de shopping aponta que os bonecos de dez centímetros podem ser encontrados em cartelas individuais por R$30 ou triplas, por R$90. Já os bonecos de 25 centímetros têm preço médio de R$ 80.

A proximidade do Dia das Crianças já está deixando lojas de brinquedos lotadas de clientes e fazendo com que ambulantes mudem seus produtos para artigos infantis na região da Rua 25 de Março, área de comércio popular no Centro de São Paulo.

Na loja Armarinhos Fernando, uma das maiores da região, os corredores estavam lotados de pais, crianças e funcionários repondo estoques de produtos na segunda-feira, 28 de setembro. O G1 esteve no local. Em apenas uma manhã, foram vendidas quase 200 bonecas "Jennifer", que custa R$ 2,50, cada, uma das mais baratas da loja.

O estabelecimento espera que o movimento neste ano cresça de 5% a 6% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o gerente do local, Ondamar Antonio Ferreira, o domingo anterior à data costuma ser o dia de maior movimento na loja no ano todo, com público superior ao que procura o local para comprar material escolar. "Os pais se preocupam mais com a felicidade dos filhos do que com os estudos", diz o gerente. A loja trabalha com a capacidade total de funcionários nesse período por causa do crescimento no número de clientes.

"Se a criança pede, os pais não negam", afirma taxativo o gerente da Comercial Gomes, outra loja que vende brinquedos na 25 de Março. Segundo ele, no estabelecimento, o Dia das Crianças só perde em vendas para o Natal. Para atender o aumento da demanda neste período, a loja vai abrir no próximo domingo, 4 de outubro, e também no domingo, dia 11, véspera do Dia das Crianças.

Para a manicure Marlyane Silva Marinho, de 36 anos, o presente da data é mais importante até mesmo que o do aniversário de sua única filha Thayane, de 13 anos. "Eu economizo nos outros meses para o Dia das Crianças", disse a mãe que deu um teto de R$ 200 para a garota escolher "uma boneca que fala", o presente que pediu.

A dona de casa Daniela dos Santos, de 24 anos, também não economizou para agradar a filha Gabrielle Esther, de 4 anos, e comprou três brinquedos para a menina: um lap top infantil, um quebra-cabeça e um cubo mágico. "São todos educativos. O cubo mágico incentiva o raciocínio", afirmou ela, que gastou R$ 66 nos brinquedos. A dona de casa mora em Mairiporã, na Grande São Paulo, e explicou ter ido até a 25 de Março para poder comprar presentes mais em conta.

Além de agradar o filho Gabriel, de 3 anos, a recepcionista Daniela Solange de Lima, de 23 anos, e o marido, o militar Leandro Alves dos Santos, de 24 anos, também compraram presentes para cinco sobrinhos, incluindo um de apenas 8 meses, e outro que ainda nem nasceu. "O que não nasceu vai ganhar um mordedor", contou Daniela. O casal estimava gastar cerca de R$ 150 com os presentes.

De acordo com os lojistas, a tradição de meninas procurando bonecas e meninos, carrinhos, permanece. No entanto, nos últimos anos, é grande a demanda pelos lap tops infantis, cujos preços variam de R$ 49 a R$ 170, na região. Segundo o gerente do Armarinhos Fernando, os brinquedos mais vendidos são relacionados com personagens de desenhos animados ou filmes que fazem sucesso como Ben 10 e Homem-aranha.

Para aproveitar a maior procura por artigos infantis nessa época, o ambulante Jair Rosa, de 53 anos, que fica na Rua Afonso Kherlakian, destinou um espaço da banca, antes ocupado só por forros de almofadas, para brinquedos. Ele começou o mês de setembro vendendo baralhos infantis, mas como o produto não está saindo muito, o ambulante pretende comercializar bonecas e carrinhos a partir de segunda-feira (5). "Trabalho na rua há mais de 30 anos. A gente tem de diversificar no Dia das Crianças e no Natal", disse ele.

Seu colega ambulante José Olival, de 33 anos, já comemora o aumento de vendas de 20 bonecas por dia para 40 desde o mês de setembro. Cada unidade da boneca "Maria", uma espécie de imitação do estilo Barbie, custa R$ 8 no varejo e R$ 6 no atacado.

Na loja Dubai Center as vendas de brinquedos também já tiveram um aumento de cerca de 50% no mês de setembro, segundo a gerente Júlia Cheng, de 30 anos. Ela espera dobrar as vendas agora em outubro.

Shoppings

A expectativa da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Allshop) é de que as vendas aumentem 5% este ano em relação ao mesmo período de 2008. De acordo com a entidade, o gasto médio por pessoa na data fica entre R$ 70 e R$ 100. Segundo a associação, as vendas devem ser impulsionadas por bonecos e bonecas que chegaram às lojas nos últimos dois meses.

Levantamento da entidade em lojas de shopping aponta que os bonecos de dez centímetros podem ser encontrados em cartelas individuais por R$30 ou triplas, por R$90. Já os bonecos de 25 centímetros têm preço médio de R$ 80.

A proximidade do Dia das Crianças já está deixando lojas de brinquedos lotadas de clientes e fazendo com que ambulantes mudem seus produtos para artigos infantis na região da Rua 25 de Março, área de comércio popular no Centro de São Paulo.

Na loja Armarinhos Fernando, uma das maiores da região, os corredores estavam lotados de pais, crianças e funcionários repondo estoques de produtos na segunda-feira, 28 de setembro. O G1 esteve no local. Em apenas uma manhã, foram vendidas quase 200 bonecas "Jennifer", que custa R$ 2,50, cada, uma das mais baratas da loja.

O estabelecimento espera que o movimento neste ano cresça de 5% a 6% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o gerente do local, Ondamar Antonio Ferreira, o domingo anterior à data costuma ser o dia de maior movimento na loja no ano todo, com público superior ao que procura o local para comprar material escolar. "Os pais se preocupam mais com a felicidade dos filhos do que com os estudos", diz o gerente. A loja trabalha com a capacidade total de funcionários nesse período por causa do crescimento no número de clientes.

"Se a criança pede, os pais não negam", afirma taxativo o gerente da Comercial Gomes, outra loja que vende brinquedos na 25 de Março. Segundo ele, no estabelecimento, o Dia das Crianças só perde em vendas para o Natal. Para atender o aumento da demanda neste período, a loja vai abrir no próximo domingo, 4 de outubro, e também no domingo, dia 11, véspera do Dia das Crianças.

Para a manicure Marlyane Silva Marinho, de 36 anos, o presente da data é mais importante até mesmo que o do aniversário de sua única filha Thayane, de 13 anos. "Eu economizo nos outros meses para o Dia das Crianças", disse a mãe que deu um teto de R$ 200 para a garota escolher "uma boneca que fala", o presente que pediu.

A dona de casa Daniela dos Santos, de 24 anos, também não economizou para agradar a filha Gabrielle Esther, de 4 anos, e comprou três brinquedos para a menina: um lap top infantil, um quebra-cabeça e um cubo mágico. "São todos educativos. O cubo mágico incentiva o raciocínio", afirmou ela, que gastou R$ 66 nos brinquedos. A dona de casa mora em Mairiporã, na Grande São Paulo, e explicou ter ido até a 25 de Março para poder comprar presentes mais em conta.

Além de agradar o filho Gabriel, de 3 anos, a recepcionista Daniela Solange de Lima, de 23 anos, e o marido, o militar Leandro Alves dos Santos, de 24 anos, também compraram presentes para cinco sobrinhos, incluindo um de apenas 8 meses, e outro que ainda nem nasceu. "O que não nasceu vai ganhar um mordedor", contou Daniela. O casal estimava gastar cerca de R$ 150 com os presentes.

De acordo com os lojistas, a tradição de meninas procurando bonecas e meninos, carrinhos, permanece. No entanto, nos últimos anos, é grande a demanda pelos lap tops infantis, cujos preços variam de R$ 49 a R$ 170, na região. Segundo o gerente do Armarinhos Fernando, os brinquedos mais vendidos são relacionados com personagens de desenhos animados ou filmes que fazem sucesso como Ben 10 e Homem-aranha.

Para aproveitar a maior procura por artigos infantis nessa época, o ambulante Jair Rosa, de 53 anos, que fica na Rua Afonso Kherlakian, destinou um espaço da banca, antes ocupado só por forros de almofadas, para brinquedos. Ele começou o mês de setembro vendendo baralhos infantis, mas como o produto não está saindo muito, o ambulante pretende comercializar bonecas e carrinhos a partir de segunda-feira (5). "Trabalho na rua há mais de 30 anos. A gente tem de diversificar no Dia das Crianças e no Natal", disse ele.

Seu colega ambulante José Olival, de 33 anos, já comemora o aumento de vendas de 20 bonecas por dia para 40 desde o mês de setembro. Cada unidade da boneca "Maria", uma espécie de imitação do estilo Barbie, custa R$ 8 no varejo e R$ 6 no atacado.

Na loja Dubai Center as vendas de brinquedos também já tiveram um aumento de cerca de 50% no mês de setembro, segundo a gerente Júlia Cheng, de 30 anos. Ela espera dobrar as vendas agora em outubro.

Shoppings

A expectativa da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Allshop) é de que as vendas aumentem 5% este ano em relação ao mesmo período de 2008. De acordo com a entidade, o gasto médio por pessoa na data fica entre R$ 70 e R$ 100. Segundo a associação, as vendas devem ser impulsionadas por bonecos e bonecas que chegaram às lojas nos últimos dois meses.

Levantamento da entidade em lojas de shopping aponta que os bonecos de dez centímetros podem ser encontrados em cartelas individuais por R$30 ou triplas, por R$90. Já os bonecos de 25 centímetros têm preço médio de R$ 80.

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