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Emprego industrial volta a subir em agosto após nove meses, diz CNI

Emprego industrial volta a subir em agosto após nove meses, diz CNI

Atualizado: Quarta-feira, 7 Outubro de 2009 as 12

Após nove meses, o emprego industrial voltou a registrar crescimento em agosto deste ano, segundo informou nesta quarta-feira, 7 de outubro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio dos indicadores industriais. Em agosto, o emprego subiu 0,7% na comparação com julho, em termos dessazonalizados.

O último mês no qual o emprego havia registrado crescimento foi em novembro do ano passado. Entre novembro de 2008 e junho deste ano, o emprego na indústria registrou queda por conta dos efeitos da crise financeira internacional na economia brasileira.

Em julho, por sua vez, houve estabilidade. Ou seja, o emprego não caiu, mas também não cresceu. "Após oito meses de queda, o emprego mostrou estabilidade em julho e voltou a crescer em agosto, o que indica que o ajuste no mercado de trabalho na indústria chegou ao fim", informou a CNI.

Antes de começar a recuar em novembro de 2008, o emprego industrial ficou 24 meses, ou seja, desde outubro de 2006, sem registrar quedas. No acumulado de janeiro a agosto de 2009, porém, o emprego industrial recuou 3,3% - o pior resultado da série histórica que tem início em 2003.

Faturamento

O faturamento da indústria brasileira, por sua vez, subiu 1% de julho para agosto deste ano em termos dessazonalizados. Em julho, o faturamento teve pequena queda (-0,1%).

"Esse indicador aponta para uma recuperação mais sólida no terceiro trimestre (...) Os indicadores industriais da CNI de agosto mostram o fortalecimento da recuperação da atividade industrial.", informou a entidade.

No acumulado dos oito primeiros meses deste ano, porém, o faturamento da indústria teve queda de 7,9% - o pior resultado para este período desde 2003, quando tem início a série histórica da entidade.

Horas trabalhadas na produção

Já as horas trabalhadas, indicador que se mais reflete o nível da produção industrial, recuou 0,2% em agosto deste ano, na comparação com julho, quando foi registrado um crescimento de 0,2%. "Mesmo com o registro do crescimento do emprego, as horas trabalhadas ainda não reagiram positivamente à maior atividade industrial", informou a CNI. De janeiro a agosto deste ano, segundo a entidade, as horas trabalhadas registraram queda de 8,8% - também o pior resultado desde 2003.

Uso do parque fabril

O nível de utilização da capacidade instalada da indústria, ou seja, de uso do parque fabril, subiu em agosto deste ano. Segundo números da CNI, atingiu o patamar de 80,1% no mês retrasado, em termos dessazonalizados, contra 79,9% em julho deste ano. É o maior valor desde novembro do ano passado (81,1%).

Após nove meses, o emprego industrial voltou a registrar crescimento em agosto deste ano, segundo informou nesta quarta-feira, 7 de outubro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio dos indicadores industriais. Em agosto, o emprego subiu 0,7% na comparação com julho, em termos dessazonalizados.

O último mês no qual o emprego havia registrado crescimento foi em novembro do ano passado. Entre novembro de 2008 e junho deste ano, o emprego na indústria registrou queda por conta dos efeitos da crise financeira internacional na economia brasileira.

Em julho, por sua vez, houve estabilidade. Ou seja, o emprego não caiu, mas também não cresceu. "Após oito meses de queda, o emprego mostrou estabilidade em julho e voltou a crescer em agosto, o que indica que o ajuste no mercado de trabalho na indústria chegou ao fim", informou a CNI.

Antes de começar a recuar em novembro de 2008, o emprego industrial ficou 24 meses, ou seja, desde outubro de 2006, sem registrar quedas. No acumulado de janeiro a agosto de 2009, porém, o emprego industrial recuou 3,3% - o pior resultado da série histórica que tem início em 2003.

Faturamento

O faturamento da indústria brasileira, por sua vez, subiu 1% de julho para agosto deste ano em termos dessazonalizados. Em julho, o faturamento teve pequena queda (-0,1%).

"Esse indicador aponta para uma recuperação mais sólida no terceiro trimestre (...) Os indicadores industriais da CNI de agosto mostram o fortalecimento da recuperação da atividade industrial.", informou a entidade.

No acumulado dos oito primeiros meses deste ano, porém, o faturamento da indústria teve queda de 7,9% - o pior resultado para este período desde 2003, quando tem início a série histórica da entidade.

Horas trabalhadas na produção

Já as horas trabalhadas, indicador que se mais reflete o nível da produção industrial, recuou 0,2% em agosto deste ano, na comparação com julho, quando foi registrado um crescimento de 0,2%. "Mesmo com o registro do crescimento do emprego, as horas trabalhadas ainda não reagiram positivamente à maior atividade industrial", informou a CNI. De janeiro a agosto deste ano, segundo a entidade, as horas trabalhadas registraram queda de 8,8% - também o pior resultado desde 2003.

Uso do parque fabril

O nível de utilização da capacidade instalada da indústria, ou seja, de uso do parque fabril, subiu em agosto deste ano. Segundo números da CNI, atingiu o patamar de 80,1% no mês retrasado, em termos dessazonalizados, contra 79,9% em julho deste ano. É o maior valor desde novembro do ano passado (81,1%).

Após nove meses, o emprego industrial voltou a registrar crescimento em agosto deste ano, segundo informou nesta quarta-feira, 7 de outubro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio dos indicadores industriais. Em agosto, o emprego subiu 0,7% na comparação com julho, em termos dessazonalizados.

O último mês no qual o emprego havia registrado crescimento foi em novembro do ano passado. Entre novembro de 2008 e junho deste ano, o emprego na indústria registrou queda por conta dos efeitos da crise financeira internacional na economia brasileira.

Em julho, por sua vez, houve estabilidade. Ou seja, o emprego não caiu, mas também não cresceu. "Após oito meses de queda, o emprego mostrou estabilidade em julho e voltou a crescer em agosto, o que indica que o ajuste no mercado de trabalho na indústria chegou ao fim", informou a CNI.

Antes de começar a recuar em novembro de 2008, o emprego industrial ficou 24 meses, ou seja, desde outubro de 2006, sem registrar quedas. No acumulado de janeiro a agosto de 2009, porém, o emprego industrial recuou 3,3% - o pior resultado da série histórica que tem início em 2003.

Faturamento

O faturamento da indústria brasileira, por sua vez, subiu 1% de julho para agosto deste ano em termos dessazonalizados. Em julho, o faturamento teve pequena queda (-0,1%).

"Esse indicador aponta para uma recuperação mais sólida no terceiro trimestre (...) Os indicadores industriais da CNI de agosto mostram o fortalecimento da recuperação da atividade industrial.", informou a entidade.

No acumulado dos oito primeiros meses deste ano, porém, o faturamento da indústria teve queda de 7,9% - o pior resultado para este período desde 2003, quando tem início a série histórica da entidade.

Horas trabalhadas na produção

Já as horas trabalhadas, indicador que se mais reflete o nível da produção industrial, recuou 0,2% em agosto deste ano, na comparação com julho, quando foi registrado um crescimento de 0,2%. "Mesmo com o registro do crescimento do emprego, as horas trabalhadas ainda não reagiram positivamente à maior atividade industrial", informou a CNI. De janeiro a agosto deste ano, segundo a entidade, as horas trabalhadas registraram queda de 8,8% - também o pior resultado desde 2003.

Uso do parque fabril

O nível de utilização da capacidade instalada da indústria, ou seja, de uso do parque fabril, subiu em agosto deste ano. Segundo números da CNI, atingiu o patamar de 80,1% no mês retrasado, em termos dessazonalizados, contra 79,9% em julho deste ano. É o maior valor desde novembro do ano passado (81,1%).

Após nove meses, o emprego industrial voltou a registrar crescimento em agosto deste ano, segundo informou nesta quarta-feira, 7 de outubro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio dos indicadores industriais. Em agosto, o emprego subiu 0,7% na comparação com julho, em termos dessazonalizados.

O último mês no qual o emprego havia registrado crescimento foi em novembro do ano passado. Entre novembro de 2008 e junho deste ano, o emprego na indústria registrou queda por conta dos efeitos da crise financeira internacional na economia brasileira.

Em julho, por sua vez, houve estabilidade. Ou seja, o emprego não caiu, mas também não cresceu. "Após oito meses de queda, o emprego mostrou estabilidade em julho e voltou a crescer em agosto, o que indica que o ajuste no mercado de trabalho na indústria chegou ao fim", informou a CNI.

Antes de começar a recuar em novembro de 2008, o emprego industrial ficou 24 meses, ou seja, desde outubro de 2006, sem registrar quedas. No acumulado de janeiro a agosto de 2009, porém, o emprego industrial recuou 3,3% - o pior resultado da série histórica que tem início em 2003.

Faturamento

O faturamento da indústria brasileira, por sua vez, subiu 1% de julho para agosto deste ano em termos dessazonalizados. Em julho, o faturamento teve pequena queda (-0,1%).

"Esse indicador aponta para uma recuperação mais sólida no terceiro trimestre (...) Os indicadores industriais da CNI de agosto mostram o fortalecimento da recuperação da atividade industrial.", informou a entidade.

No acumulado dos oito primeiros meses deste ano, porém, o faturamento da indústria teve queda de 7,9% - o pior resultado para este período desde 2003, quando tem início a série histórica da entidade.

Horas trabalhadas na produção

Já as horas trabalhadas, indicador que se mais reflete o nível da produção industrial, recuou 0,2% em agosto deste ano, na comparação com julho, quando foi registrado um crescimento de 0,2%. "Mesmo com o registro do crescimento do emprego, as horas trabalhadas ainda não reagiram positivamente à maior atividade industrial", informou a CNI. De janeiro a agosto deste ano, segundo a entidade, as horas trabalhadas registraram queda de 8,8% - também o pior resultado desde 2003.

Uso do parque fabril

O nível de utilização da capacidade instalada da indústria, ou seja, de uso do parque fabril, subiu em agosto deste ano. Segundo números da CNI, atingiu o patamar de 80,1% no mês retrasado, em termos dessazonalizados, contra 79,9% em julho deste ano. É o maior valor desde novembro do ano passado (81,1%).

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