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Gol prevê crescimento na procura por voos nacionais em 2011

Gol prevê crescimento na procura por voos nacionais em 2011

Atualizado: Terça-feira, 4 Janeiro de 2011 as 1:50

A companhia Gol Linhas Aéreas prevê que a procura por vôos domésticos no país neste ano crescerá entre 10% e 15%, segundo projeções divulgadas pela empresa nesta terça-feira (4). Os dados se baseiam na elevação da demanda nos últimos anos e nas perspectivas do mercado financeiro, de crescimento de 4% a 5% do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas por um país) em 2011.

Para este ano, a companhia espera que os ganhos medidos pelo chamado yield (valor médio pago por um passageiro para voar um quilômetro) fique estável em relação a 2010, com taxa de ocupação em torno de 70%.

Em comunicado, a Gol avalia que o Brasil “apresenta alto potencial de crescimento pela adição de voos diretos entre cidades situadas nas regiões Sul, Norte e Nordeste do Brasil”, além de criação de mais voos entre rotas já existentes e para regiões de mais de um milhão de habitantes em um raio de aproximadamente 200 quilômetros de distância.

A Gol planeja elevar sua capacidade em proporção menor que o crescimento da demanda em sua malha aérea. Os principais fatores para isso serão o aumento da frota operacional em quatro aeronaves, passando de 111 no fim de 2010 para 115 em 2011. A companhia projeta ainda transportar de 33 milhões a 36 milhões de passageiros em 2011.

Custos

A empresa aérea estima ainda que seus custos operacionais por assento/quilômetros voados, excluindo os combustíveis atinjam entre R$ 0,085 centavos e R$ 0,089 centavos.

De acordo com a Gol, isso se deve a vários fatores, como a conclusão do processo de devolução das 11 aeronaves B737-300, o aumento da taxa de utilização média das aeronaves, a alta da capacidade operacional e os impactos positivos gerados pela implementação do orçamento base zero e centro de serviços compartilhados.

As projeções financeiras da Gol serão revisadas trimestralmente, para incorporar a evolução de seu desempenho operacional, financeiro e eventuais mudanças nas tendências de taxa de juros, câmbio, PIB e petróleo.

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