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Habitação sobe mais e inflação pelo IPC-S começa outubro em 0,25%

Habitação sobe mais e inflação pelo IPC-S começa outubro em 0,25%

Atualizado: Quinta-feira, 8 Outubro de 2009 as 12

A alta dos gastos com moradia puxou a aceleração da inflação na primeira quadrissemana de outubro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 8 de outubro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa de inflação do grupo habitação passou de 0,41% no encerramento de setembro para 0,54%.

Com isso, a inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) passou de 0,18% para 0,25% no mesmo período. Dentro do grupo habitação, a aceleração foi resultado, principalmente, dos gastos com água e esgoto residencial, que registraram alta de 1,97%, acima da taxa de 1,44% da semana anterior.

Também tiveram acréscimos em suas taxas de variação, na passagem da quarta semana de setembro para a primeira semana de outubro, os grupos vestuário (de 0,42% para 0,83%), educação, leitura e recreação (de -0,02% para 0,06%) e transportes (de 0,24% para 0,33%).

Já os gastos com alimentos tiveram nova deflação, com a taxa passando de -0,11% para -0,15%. Desaceleraram ainda as taxas de saúde e cuidados pessoais (de 0,06% para 0,05%) e despesas diversas (de 0,80% para 0,75%).

A alta dos gastos com moradia puxou a aceleração da inflação na primeira quadrissemana de outubro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 8 de outubro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa de inflação do grupo habitação passou de 0,41% no encerramento de setembro para 0,54%.

Com isso, a inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) passou de 0,18% para 0,25% no mesmo período. Dentro do grupo habitação, a aceleração foi resultado, principalmente, dos gastos com água e esgoto residencial, que registraram alta de 1,97%, acima da taxa de 1,44% da semana anterior.

Também tiveram acréscimos em suas taxas de variação, na passagem da quarta semana de setembro para a primeira semana de outubro, os grupos vestuário (de 0,42% para 0,83%), educação, leitura e recreação (de -0,02% para 0,06%) e transportes (de 0,24% para 0,33%).

Já os gastos com alimentos tiveram nova deflação, com a taxa passando de -0,11% para -0,15%. Desaceleraram ainda as taxas de saúde e cuidados pessoais (de 0,06% para 0,05%) e despesas diversas (de 0,80% para 0,75%).

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