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Inflação oficial fecha setembro em 0,24% com alta do gás de botijão

Inflação oficial fecha setembro em 0,24% com alta do gás de botijão

Atualizado: Quinta-feira, 8 Outubro de 2009 as 12

A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou setembro em 0,24%, acima da taxa de 0,15% do mês anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os itens gás de botijão (3,40%) e empregado doméstico (1,15%) foram os que mais pesaram sobre a inflação no mês passado. A alta do gás chegou a registrar aumento de 7,79% na região metropolitana de São Paulo.

Com o resultado de setembro, a "inflação oficial" ficou em 3,21% no acumulado do ano, bem abaixo da taxa de 4,76% relativa a igual período de 2008. Nos últimos 12 meses, o resultado situou-se em 4,34%, muito próximo dos doze meses imediatamente anteriores (4,36%). Em setembro de 2008, a taxa havia ficado em 0,26%.

O IPCA é considerada a "inflação oficial" do país por ser a utilizada para o cálculo da meta de inflação do governo federal, que é de 4,5% ao ano. O índice é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.

Entre os grupos, ficaram maiores as taxas de habitação (de 0,47%, em agosto, para 0,62% em setembro) e despesas pessoais (de 0,27% para 0,52%). A taxa de transportes passou de -0,11% para 0,27%, puxada, principalmente, pelos automóveis novos (de 0,25% para 0,67%) e usados (de -1,55% para 0,86%).

No grupo comunicação (de -0,02% para 0,22%), a influência foi exercida pela conta de telefone fixo, que ficou 0,32% mais cara. De agosto para setembro, também se destacaram os aumentos nas variações dos artigos de vestuário, passando de 0,13% para 0,58%, e do grupo Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,21% para 0,30%.

Em sentido contrário, os preços dos alimentos e bebidas tiveram nova deflação, de 0,14%, seguindo a taxa de -0,01% do mês anterior. De agosto para setembro, também recuou a taxa do grupo educação, de 0,83% para 0,07%.

INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias de baixa renda, que ganham de um a seis salários mínimos, também ficou maior em setembro, passando de 0,08% em agosto para 0,16%.

No ano, o INPC ficou em 3,23%, bem abaixo de igual período do ano anterior (5,25%). Já nos últimos 12 meses a inflação por esse indicador ficou em 4,45%.

A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou setembro em 0,24%, acima da taxa de 0,15% do mês anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os itens gás de botijão (3,40%) e empregado doméstico (1,15%) foram os que mais pesaram sobre a inflação no mês passado. A alta do gás chegou a registrar aumento de 7,79% na região metropolitana de São Paulo.

Com o resultado de setembro, a "inflação oficial" ficou em 3,21% no acumulado do ano, bem abaixo da taxa de 4,76% relativa a igual período de 2008. Nos últimos 12 meses, o resultado situou-se em 4,34%, muito próximo dos doze meses imediatamente anteriores (4,36%). Em setembro de 2008, a taxa havia ficado em 0,26%.

O IPCA é considerada a "inflação oficial" do país por ser a utilizada para o cálculo da meta de inflação do governo federal, que é de 4,5% ao ano. O índice é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.

Entre os grupos, ficaram maiores as taxas de habitação (de 0,47%, em agosto, para 0,62% em setembro) e despesas pessoais (de 0,27% para 0,52%). A taxa de transportes passou de -0,11% para 0,27%, puxada, principalmente, pelos automóveis novos (de 0,25% para 0,67%) e usados (de -1,55% para 0,86%).

No grupo comunicação (de -0,02% para 0,22%), a influência foi exercida pela conta de telefone fixo, que ficou 0,32% mais cara. De agosto para setembro, também se destacaram os aumentos nas variações dos artigos de vestuário, passando de 0,13% para 0,58%, e do grupo Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,21% para 0,30%.

Em sentido contrário, os preços dos alimentos e bebidas tiveram nova deflação, de 0,14%, seguindo a taxa de -0,01% do mês anterior. De agosto para setembro, também recuou a taxa do grupo educação, de 0,83% para 0,07%.

INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias de baixa renda, que ganham de um a seis salários mínimos, também ficou maior em setembro, passando de 0,08% em agosto para 0,16%.

No ano, o INPC ficou em 3,23%, bem abaixo de igual período do ano anterior (5,25%). Já nos últimos 12 meses a inflação por esse indicador ficou em 4,45%.

A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou setembro em 0,24%, acima da taxa de 0,15% do mês anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os itens gás de botijão (3,40%) e empregado doméstico (1,15%) foram os que mais pesaram sobre a inflação no mês passado. A alta do gás chegou a registrar aumento de 7,79% na região metropolitana de São Paulo.

Com o resultado de setembro, a "inflação oficial" ficou em 3,21% no acumulado do ano, bem abaixo da taxa de 4,76% relativa a igual período de 2008. Nos últimos 12 meses, o resultado situou-se em 4,34%, muito próximo dos doze meses imediatamente anteriores (4,36%). Em setembro de 2008, a taxa havia ficado em 0,26%.

O IPCA é considerada a "inflação oficial" do país por ser a utilizada para o cálculo da meta de inflação do governo federal, que é de 4,5% ao ano. O índice é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.

Entre os grupos, ficaram maiores as taxas de habitação (de 0,47%, em agosto, para 0,62% em setembro) e despesas pessoais (de 0,27% para 0,52%). A taxa de transportes passou de -0,11% para 0,27%, puxada, principalmente, pelos automóveis novos (de 0,25% para 0,67%) e usados (de -1,55% para 0,86%).

No grupo comunicação (de -0,02% para 0,22%), a influência foi exercida pela conta de telefone fixo, que ficou 0,32% mais cara. De agosto para setembro, também se destacaram os aumentos nas variações dos artigos de vestuário, passando de 0,13% para 0,58%, e do grupo Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,21% para 0,30%.

Em sentido contrário, os preços dos alimentos e bebidas tiveram nova deflação, de 0,14%, seguindo a taxa de -0,01% do mês anterior. De agosto para setembro, também recuou a taxa do grupo educação, de 0,83% para 0,07%.

INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias de baixa renda, que ganham de um a seis salários mínimos, também ficou maior em setembro, passando de 0,08% em agosto para 0,16%.

No ano, o INPC ficou em 3,23%, bem abaixo de igual período do ano anterior (5,25%). Já nos últimos 12 meses a inflação por esse indicador ficou em 4,45%.

A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou setembro em 0,24%, acima da taxa de 0,15% do mês anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os itens gás de botijão (3,40%) e empregado doméstico (1,15%) foram os que mais pesaram sobre a inflação no mês passado. A alta do gás chegou a registrar aumento de 7,79% na região metropolitana de São Paulo.

Com o resultado de setembro, a "inflação oficial" ficou em 3,21% no acumulado do ano, bem abaixo da taxa de 4,76% relativa a igual período de 2008. Nos últimos 12 meses, o resultado situou-se em 4,34%, muito próximo dos doze meses imediatamente anteriores (4,36%). Em setembro de 2008, a taxa havia ficado em 0,26%.

O IPCA é considerada a "inflação oficial" do país por ser a utilizada para o cálculo da meta de inflação do governo federal, que é de 4,5% ao ano. O índice é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.

Entre os grupos, ficaram maiores as taxas de habitação (de 0,47%, em agosto, para 0,62% em setembro) e despesas pessoais (de 0,27% para 0,52%). A taxa de transportes passou de -0,11% para 0,27%, puxada, principalmente, pelos automóveis novos (de 0,25% para 0,67%) e usados (de -1,55% para 0,86%).

No grupo comunicação (de -0,02% para 0,22%), a influência foi exercida pela conta de telefone fixo, que ficou 0,32% mais cara. De agosto para setembro, também se destacaram os aumentos nas variações dos artigos de vestuário, passando de 0,13% para 0,58%, e do grupo Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,21% para 0,30%.

Em sentido contrário, os preços dos alimentos e bebidas tiveram nova deflação, de 0,14%, seguindo a taxa de -0,01% do mês anterior. De agosto para setembro, também recuou a taxa do grupo educação, de 0,83% para 0,07%.

INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias de baixa renda, que ganham de um a seis salários mínimos, também ficou maior em setembro, passando de 0,08% em agosto para 0,16%.

No ano, o INPC ficou em 3,23%, bem abaixo de igual período do ano anterior (5,25%). Já nos últimos 12 meses a inflação por esse indicador ficou em 4,45%.

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