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Melhora do gasto público é necessária para desenvolvimento, diz ministra

Melhora do gasto público é necessária para desenvolvimento, diz ministra

Atualizado: Quarta-feira, 11 Maio de 2011 as 1:16

BRASÍLIA - Será necessário melhorar a qualidade do gasto público, com a convicção de que a ampliação do investimento é fundamental para garantir o desenvolvimento econômico sustentável, disse nesta quarta-feira, 11, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, durante cerimônia de instalação da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade, no Palácio do Planalto.

"Teremos de enfrentar sistematicamente e com empenho ainda maior os desafios de inovação da gestão tanto na área pública quanto no setor privado", disse Miriam. "A decisão da presidente (Dilma Rousseff) de criar a Câmara é o sinal mais claro do seu engajamento pessoal e de sua equipe de governo de tornar ainda mais amplas as iniciativas de aprimoramento da gestão pública", acrescentou.

Entre as medidas que devem ser implantadas estão a adoção de novas tecnologias de gestão, a ampliação de tecnologia de informação e a incorporação de indicadores de resultados. "Já estamos fazendo mais com menos", afirmou a ministra.

O empresário Jorge Gerdau será o presidente da câmara, que terá a missão de orientar o Palácio do Planalto na elaboração de mecanismos de controle da qualidade do gasto público e na criação de diretrizes. Também integram a câmara os empresários Abílio Diniz (dono da Companhia Brasileira de Distribuição), Antônio Maciel Neto (presidente da Suzano Papel e Celulose) e Henri Philippe Reichstul, que presidiu a Petrobrás entre 1999 e 2001, durante o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso.

Do Executivo, os ministros Antônio Palocci (Casa Civil), Guido Mantega (Fazenda), Miriam Belchior (Planejamento) e Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) integram a câmara.

A ministra destacou que, no governo Lula, muito foi feito para melhorar a gestão pública. Entre os exemplos citados, Miriam destacou o uso do pregão eletrônico, responsável, segundo ela, por 66% de todas as contratações do governo federal, o que representou uma economia de bilhões de reais. "No que diz respeito ao cidadão, foi quebrado um dos maiores paradigmas do país, as filas crônicas e a baixa qualidade do atendimento no INSS", continuou.

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