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Índice de Preços ao Produtor fica em 0,39% em março

Índice de Preços ao Produtor fica em 0,39% em março

Atualizado: Quarta-feira, 4 Maio de 2011 as 9:58

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), novo indicador mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE ), ficou em 0,39% em março, na comparação com o mês anterior. Em relação ao mesmo período do ano anterior (acumulado em 12 meses), os preços tiveram variação de 6,80% em março e 6,22% em fevereiro. A variação acumulada em 2011 até março é de 1,40%. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (4).

Na primeira divulgação , em fevereiro, o IPP ficara em 0,60%.

Segundo o IBGE, o IPP foi elaborado para medir a evolução dos preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos, nem fretes, de 23 setores da indústria de transformação.

Em março de 2011, 11 das 23 atividades pesquisadas registraram altas de preços, contra 14 do mês anterior. As maiores variações partiram de impressão (5,35%), refino de petróleo e produtos de álcool (1,99%), calçados e produtos de couro (1,86%) e têxteis (1,41%).

De acordo com Cristiano Santos, técnico da Coordenação de Indústria do IBGE, o aumento do preço do petróleo em 2011 influenciou três setores de produtos que foram os principais responsáveis pela formação do IPP acumulado no primeiro trimestre: borracha e plástico (4,19% de peso no IPP), outros químicos (8,18% de peso no IPP), refino (3,67% de peso no IPP). “Entretanto, é interessante notar que a gasolina não aparece como um dos produtos que puxou o índice para cima”, ressalvou Santos,

No acumulado de 2011, entre as atividades que tiveram as variações mais significativas exerceu maior influência têxteis (9,54%), outros produtos químicos (8,18%), borracha e plástico (4,19%) e calçados e produtos de couro (3,95%). Os setores com maior peso foram: outros produtos químicos, refino de petróleo e produtos de álcool, têxteis e borracha e plástico.

Sobre 2010 As quatro maiores variações de preços ocorreram em têxteis (26,54%), alimentos (16,75%), outros produtos químicos (14,84%) e impressão (10,87%). As principais influências partiram de alimentos , outros produtos químicos, refino de petróleo e produtos de álcool e têxteis.

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