Paulistano deve gastar menos com o presente de Natal em 2014

Estudo da FecomercioSP indica que o tíquete médio será de R$ 42 por presente, em 2013 o valor médio era de R$ 55

Fonte: terra.com.brAtualizado: quarta-feira, 24 de dezembro de 2014 13:41
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O consumidor da cidade de São Paulo gastará menos com o presente de Natal neste ano, apontou uma pesquisa feita pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). De acordo com o órgão, o valor médio gasto com os produtos em 2014 será de R$ 42 - em 2013 o tíquete médio era de R$ 55 por presente.

Presente NatalA entidade sindical estima que o baixo crescimento da massa real de salários (cerca de 1% apenas em São Paulo) e a queda da confiança do consumidor ao longo do ano ajudará no fraco desempenho do Natal 2014.

Na sondagem, realizada com 126 empresas de varejo paulistanas, entre os dias 18 e 19 de dezembro, o faturamento geral do comércio na capital paulista deverá ser 1,3% menor do que em 2013. Os comerciantes ainda acreditam que o pagamento à vista não chegue a 40% do total das vendas (36,4%).

A intenção em presentear também foi reduzida. Dos entrevistados, 60% dizem que vão presentear nesse Natal, contra 67% em 2013 e 84% em 2012. É esperado que os gastos com presentes de Natal chgeguem a algo próximo de R$ 1,5 bilhão neste ano na capital paulista.

O levantamento foi realizado com 1.111 consumidores de São Paulo, entre os dias 12, 15 e 16 de dezembro.

Presentes favoritos e corte aos filhos
Roupas, calçados e acessórios estão no topo da lista de presentes, com 60,2% das respostas. Brinquedos aparecem em segundo lugar na lista, com 38,9%, e Perfumes e Cosméticos em terceiro lugar, com 14,9% das respostas.

Na análise da FecomercioSP, esses itens estão no topo da lista pois os principais presenteados deverão ser mães, filhos e namoradas. Devido a esse perfil a tendência é de que a maioria dos presentes tenha características femininas ou infantis.

Entre os pais, cerca de dois terços afirmam não levar os filhos às compras, para evitar o impulso gerado pelos estímulos natalinos sobre as crianças. Além disso, mais da metade dos entrevistados diz que quem escolhe o presente ‘são os pais e não filhos’.

A maioria dos entrevistados (53,5%) afirma ainda colocar limite no valor dos presentes na eventualidade dos filhos escolherem.

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