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Pobreza tem queda forte no Nordeste em dez anos, mostra IBGE

Pobreza tem queda forte no Nordeste em dez anos, mostra IBGE

Atualizado: Sexta-feira, 9 Outubro de 2009 as 12

A pobreza no Brasil caiu entre 1998 e o ano passado, com retração mais concentrada na região Nordeste, conforme dados da Síntese de Indicadores Sociais, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que usa dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) de 2008.

Segundo o IBGE, a proporção de famílias que viviam com menos de meio salário mínimo per capita no país era de 22,6%, taxa que era de 32,4% em 1998. Em dez anos, a queda foi de 9,8 pontos percentuais.

No Nordeste, a queda foi ainda mais pronunciada no período: de 54,3%, em 1998, para 41,3%, em 2008. Já no Sudeste, a retração foi de 21,2%, em 1998, para 13,8%, no ano passado.

Outra ótica usada pelo IBGE para medir a pobreza considera as famílias que vivem com renda menor que um patamar definido. No caso, o patamar usado foi 60% da mediana do rendimento, ou R$ 415 (salário mínimo do ano passado).

A mediana é um valor que representa um ponto intermediário dos rendimentos: metade das famílias tem rendimento acima desse valor, e metade tem rendimento abaixo desse valor. Com esse critério, chamado de pobreza relativa, 26,9% das famílias estavam abaixo da linha em 2008.

Ainda usando este critério de pobreza relativa e considerando apenas as famílias em que todos os filhos têm abaixo de 16 anos, entre aquelas formadas por casais e filhos a pobreza era de 42,8%. Já entre as famílias compostas apenas por mãe e filhos a pobreza chega a 51,4%.

A pobreza no Brasil caiu entre 1998 e o ano passado, com retração mais concentrada na região Nordeste, conforme dados da Síntese de Indicadores Sociais, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que usa dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) de 2008.

Segundo o IBGE, a proporção de famílias que viviam com menos de meio salário mínimo per capita no país era de 22,6%, taxa que era de 32,4% em 1998. Em dez anos, a queda foi de 9,8 pontos percentuais.

No Nordeste, a queda foi ainda mais pronunciada no período: de 54,3%, em 1998, para 41,3%, em 2008. Já no Sudeste, a retração foi de 21,2%, em 1998, para 13,8%, no ano passado.

Outra ótica usada pelo IBGE para medir a pobreza considera as famílias que vivem com renda menor que um patamar definido. No caso, o patamar usado foi 60% da mediana do rendimento, ou R$ 415 (salário mínimo do ano passado).

A mediana é um valor que representa um ponto intermediário dos rendimentos: metade das famílias tem rendimento acima desse valor, e metade tem rendimento abaixo desse valor. Com esse critério, chamado de pobreza relativa, 26,9% das famílias estavam abaixo da linha em 2008.

Ainda usando este critério de pobreza relativa e considerando apenas as famílias em que todos os filhos têm abaixo de 16 anos, entre aquelas formadas por casais e filhos a pobreza era de 42,8%. Já entre as famílias compostas apenas por mãe e filhos a pobreza chega a 51,4%.

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