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Rio tem maior alta de preços de imóveis em janeiro

Rio tem maior alta de preços de imóveis em janeiro

Atualizado: Quinta-feira, 17 Fevereiro de 2011 as 4:35

O Rio de Janeiro registrou a maior alta de preços de imóveis residenciais no mês passado, entre as sete capitais pesquisadas pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), em parceria com o site Zap Imóveis. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (12). O bairro do Leblon (zona Sul) foi o que atingiu o maior preço por metro quadrado, R$ 12.051.

Na capital fluminense como um todo, a alta de preços foi de 2,8%; já o metro quadrado mais barato foi o registrado na região de Guadalupe (zona norte da cidade), a R$ 819.

Em São Paulo, o metro quadrado mais caro foi o do Morumbi (zona oeste), a R$ 7.592, e o mais barato foi o da Vila Carmosina (R$ 2.187), na região de Itaquera (zona leste).

O levantamento apontou que, no mês passado, a capital do país com maior preço médio por metro quadrado foi o Distrito Federal, com R$ 7.004, seguido por Rio de Janeiro (R$ 5.655) e São Paulo (R$ 4.858). Salvador, por sua vez, respondeu pelo menor valor (R$ 3.323).

No acumulado de 12 meses, os imóveis no Rio de Janeiro registraram alta de 40%; São Paulo, de 24%; e Belo Horizonte, de 17%.

O índice FipeZap acompanha o preço médio do metro quadrado em seis municípios brasileiros e no Distrito Federal, com base nos anúncios de apartamentos prontos no site Zap Imóveis.

Novos índices

O bom momento vivido pelo setor imobiliário no país, apoiado na demanda aquecida e em programas e incentivos governamentais, levou o mercado a buscar formas de medir a valorização das unidades tanto residenciais quanto comerciais, cujos preços se mantêm em alta.

Na última sexta-feira (11), a BM&FBovespa e a FGV (Fundação Getulio Vargas) lançaram o IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial), que será trimestral, com objetivo de se tornar uma referência de preços dos imóveis comerciais.

De acordo com o novo índice, o retorno de investimentos em imóveis comerciais no Brasil foi de 33,5% no ano passado, o maior desde 2000.

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