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Valor médio de imóveis usados em SP cresce 50% no 1º bimestre

Valor médio de imóveis usados em SP cresce 50% no 1º bimestre

Atualizado: Segunda-feira, 12 Abril de 2010 as 12

O valor médio dos imóveis usados em São Paulo cresceu 50% nos primeiros dois meses de 2010, ante o mesmo período do ano passado, aponta levantamento da empresa de administração imobiliária Lello. De acordo com os dados, o preço das casas e apartamentos vendidos no primeiro bimestre ficou, em média, em R$ 300 mil, contra R$ 200 mil em 2009.

A venda de imóveis usados na capital paulista cresceu 26% no período, na comparação com janeiro e fevereiro do ano passado. O levantamento aponta que o crescimento na média dos preços foi motivado pela melhoria das condições dos financiamentos, aliada à maior oferta de crédito.

A Mooca foi a região em houve maior crescimento no número de imóveis vendidos no primeiro bimestre, com 52%, seguida por Tatuapé, com 50%, e Perdizes, com 33%. Nos Jardins, o aumento nas vendas foi de 30% e, em Santana, de 20%.

"O mercado imobiliário está extremamente aquecido", afirmou Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis, na pesquisa. "A tendência é de valorização das unidades nos próximos anos, especialmente em razão da expansão da rede de transporte metropolitano entre os bairros."

Imóveis novos

O Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo, divulgou no mês passado que a venda de imóveis novos na cidade de São Paulo em janeiro (1.508 unidades) teve alta de 35,5% no confronto com o mesmo mês do ano passado e de 7,9% ante igual período em 2008, quando o mercado estava aquecido antes do agravamento da crise mundial.

O índice que relaciona o número de unidades comercializadas com o total em oferta no mês chegou a 11,3% em janeiro, o maior ritmo de vendas para o mês da série histórica, iniciada em 1991.

O volume de lançamentos residenciais na capital paulista, segundo levantamento da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), apresentou expansão de 54,5% ante janeiro do ano passado, com desempenho enfraquecido devido à crise, e redução de 17,5% no confronto com igual período de 2008.

Os dados de fevereiro devem ser divulgados nos próximos dias.

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