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Emprego na indústria recua 0,1% em julho, mostra IBGE

Emprego na indústria recua 0,1% em julho, mostra IBGE

Atualizado: Sexta-feira, 9 Setembro de 2011 as 11:21

O emprego na indústria brasileira registrou leve recuo de 0,1% em julho, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ). Em relação ao mesmo período de 2010, o emprego industrial cresceu 0,4%, resultado menos intenso desde fevereiro do ano passado (0,8%). No ano, o índice avançou 1,7% e, em 12 meses, de 2,7%.   Na comparação anual, o emprego industrial subiu em 9 dos 14 locais pesquisados. As maiores influências partiram do Paraná (6,8%), da região Norte e Centro-Oeste (2,8%), de Minas Gerais (2,1%), de Pernambuco (7,0%) e do Rio Grande do Sul (1,6%). São Paulo teve queda de 2,0%, representando a principal influência negativa.

Na análise setorial, o emprego industrial cresceu em 11 dos 18 ramos investigados, com destaque para alimentos e bebidas (3,5%), meios de transporte (6,3%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (6,3%), outros produtos da indústria de transformação (4,2%), metalurgia básica (4,1%) e máquinas e equipamentos (1,6%). Na contramão, tiveram queda os setores de papel e gráfica (-9,6%), vestuário (-4,7%), calçados e couro (-6,3%) e madeira (-10,4%).

No índice acumulado no ano, 11 dos 14 locais e 11 dos 18 setores investigados registraram aumentos. Contrataram mais Paraná (5,1%), Minas Gerais (3,1%), região Nordeste (2,4%), região Norte e Centro-Oeste (3,3%) e Rio Grande do Sul (2,8%). Na outra ponta, contratando menos estão: São Paulo (-0,1%), Ceará (-1,0%) e Espírito Santo (-0,3%).

Por setor, as contribuições mais positivas partiram de meios de transporte (7,7%), alimentos e bebidas (2,6%), máquinas e equipamentos (4,6%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (6,3%), produtos de metal (5,0%). As contribuições negativas partiram de ramos de papel e gráfica (-9,1%), de vestuário (-3,4%), de madeira (-8,1%) e de calçados e couro (-2,6%).

Salários

Em julho de 2011, o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria, com ajuste sazonal, variou 0,1% em relação a junho. Na comparação com julho de 2010, o valor da folha de pagamento real avançou 1,3% e acumula alta de 4,9% no ano e de 6,3% em 12 meses.

Horas

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria variou 0,1% sobre junho, após recuar 0,6% em junho. Em relação a julho de 2010, houve alta de 0,3%. No ano, acumula avanço de 1,4% e, em 12 meses, de 2,7%.        

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