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Alex Silva faz juras de amor ao São Paulo e sonha ter status de Ceni

Alex Silva faz juras de amor ao São Paulo e sonha ter status de Ceni

Atualizado: Quinta-feira, 24 Fevereiro de 2011 as 1:44

A declaração do presidente Juvenal Juvêncio, de que estaria atrás de um acerto com o Hamburgo para ter novamente em definitivo o zagueiro Alex Silva, animou o atleta. Em conversa com os jornalistas na manhã desta quinta-feira, no CT da Barra Funda, o atleta de 26 anos fez juras de amor ao São Paulo e rasgou elogios ao mandatário tricolor, apesar de não saber em que pé estão as tratativas com os alemães.

- Fico feliz pela declaração do presidente. Sou são-paulino mesmo, por tudo o que o clube me proporcionou. Cheguei desconhecido do Vitória, e o Juvenal apostou em mim, com o Milton Cruz (auxiliar técnico). Sou grato ao São Paulo e também ao Muricy (Ramalho, ex-treinador do time), que me ajudou bastante. Se tive a chance de jogar na Seleção Brasileira e no Hamburgo, foi graças ao São Paulo. Sempre deixei clara a minha vontade de ficar - disse o defensor, que tem contrato de empréstimo com o Tricolor Paulista até o meio do ano.

Na primeira passagem pelo clube, ele conseguiu engatar uma série de títulos com o time. Entre 2006 e 2008, foi tricampeão do Brasileiro e fez parte de uma das melhores defesas do país. As taças fizeram Alex Silva criar uma grande identificação com o São Paulo. E, justamente por isso, ele espera um dia ter o mesmo status do goleiro Rogério Ceni, maior ídolo do clube nos últimos anos.     - Espero substituir o Rogério Ceni lá na frente e fazer história no São Paulo. Cheguei com 21 anos aqui e sempre falavam que eu era o irmão do Luisão. Agora tenho o carinho da torcida, tive oportunidade de ir para a Europa e senti falta do São Paulo. O Rogério é um mito. Mesmo se eu ficar aqui até o fim da carreira, é impossível conquistar tudo o que ele tem, mas só com metade já estaria de bom tamanho - declarou.

Sobre a passagem pelo Hamburgo, experiência que durou entre 2008 e 2009, Alex Silva disse que chegou a se arrepender de ter deixado o Tricolor. Mas não considera que sua passagem pela Europa tenha sido fracassada.

- Quem me acompanhou viu que joguei como volante. Mas não foi um fracasso. Chegamos à semifinal da Copa da Uefa, no Alemão, nos classificamos para a Uefa do ano seguinte. Mas eu tive um problema de ligamento (no joelho direito) e acabei ficando aqui um mês no Reffis. Foi uma questão de adaptação. Tive boas partidas e duas convocações para a Seleção nesse tempo. Acho que o futebol alemão não é para mim. Fiquei arrependido porque achei que seria diferente.    

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