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Antonio Pizzonia e Betinho Gresse homenageiam Ayrton Senna

Antonio Pizzonia e Betinho Gresse homenageiam Ayrton Senna

Atualizado: Segunda-feira, 3 Maio de 2010 as 9:55

Dia 1 de maio de 1994. Um dos dias mais tristes do automobilismo mundial e um marco negativo na história do esporte brasileiro. Nessa data o Brasil se despedia de Ayrton Senna, após um forte acidente no GP de Ímola, na Itália. Dezesseis anos depois, Antonio Pizzonia e Betinho Gresse fazem questão de relembrar essa perda: um adesivo escrito 'Senna Saudades' estará estampado nos carros da Hot Car Competições no circuito de Nova Santa Rita, terceira etapa da temporada 2010 da Stock Car.

''Na verdade, lembrar desta data é uma mistura de emoções. Enquanto você tem aquela boa imagem do ídolo, vem também o lado ruim daquela dia que ninguém esquece'', relembra Pizzonia.

Betinho Gresse também lembra muito bem daquele fatídico acidente na curva de Tamburello. O que era para ser um simples e alegre almoço de família se transformou em uma lembrança negativa no passado do dono do carro de número 44 da Stock Car.

''Eu não tenho a memória muito boa, mas me lembro de tudo desse dia. Eu estava em casa no dia do acidente, vendo a prova. A família toda reunida e lembro que a notícia acabou com o nosso almoço. Até hoje é difícil acreditar no que aconteceu'', afirma.

Fãs de Senna

A história de Antonio Pizzona se cruza com a do ídolo Ayrton Senna em algumas oportunidades. O amazonense admite que não acompanhava a Fórmula 1 antes de se aventurar no kart, mas depois disso se tornou mais um na legião de fãs de Ayrton. Além disso, Pizzonia teve um contato superficial com seu 'mestre'.

''No GP do Brasil de 1991, eu tinha 10 anos, e fui assistir à prova. Entrei no box dele e pedi um autógrafo'', disse.

A história de Senna também foi de grande interesse de Norberto Gresse. O piloto admite que não conhecia muito sobre a história do ídolo, mas se empenhava em ficar sabendo mais notícias sobre Ayrton.

''O que eu pude buscar a respeito dele, eu corri atrás. O Senna foi um professor e um ídolo'', declarou.

Os dois pilotos concordam em um ponto: esses 16 anos passaram muito rápido e a imagem de Senna ainda está muito clara em suas cabeças e nas dos torcedores brasileiros. Mesmo assim, Norberto entende que ainda existam pessoas hoje que não se interessem tanto pela história de Senna.

''Com o passar dos anos, a geração mais nova tem novos ídolos, como o Felipe Massa e o Michael Schumacher, e eles acabam preenchendo essa lacuna do Senna'', comentou

Por Rafael Honório

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