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Artilheiro, Marcos Assunção mostra dedicação antes de jogo decisivo

Artilheiro, Marcos Assunção mostra dedicação antes de jogo decisivo

Atualizado: Quarta-feira, 24 Novembro de 2010 as 9:15

Marcos Assunção é mais uma vez grande esperança de gols do Palmeiras na partida de volta contra o Goiás, nesta quarta-feira às 21h50, no Pacaembu. E para justificar a esperança dos torcedores, o volante demonstrou dedicação e empenho no último treinamento antes do duelo decisivo pela semifinal da Copa Sul-Americana.

Nesta terça-feira à tarde, após o trabalho normal com grupo na Academia de Futebol, Marcos Assunção permaneceu no gramado cobrando várias faltas, ritual que repete sempre às vésperas das partidas. O volante estava acompanhado do técnico Luiz Felipe Scolari, que orientava os chutes, e teve bom aproveitamento nas batidas, superando os goleiros Raphael Alemão e Carlos.

- Se eu não treino, não tenho muitas chances de acertar no jogo. Sei das minhas obrigações, sei que tenho que treinar. Em outros dias eu nem chego perto disso, acaba o treino e eu vou embora ou para a academia. Mas nos dois dias antes do jogo tenho que treinar essas cobranças de falta. O Felipão gosta de ficar ali me ajudando, colocando a barreira de um lado para o outro. Ele muda a barreira para que eu tenha mais dificuldades no treino, e no jogo se torne mais fácil. Esses detalhes podem decidir um jogo - afirmou o atleta de 34 anos.

Após um início instável no Palmeiras, logo depois que foi contratado do Grêmio Prudente no meio deste ano, Marcos Assunção virou titular absoluto e já é o artilheiro do time na Copa Sul-Americana, com quatro gols marcados. Na temporada, foram dez gols pelo Verdão. No primeiro duelo da semifinal, em Goiânia, vitória palmeirense, por 1 a 0, com gol dele em um chute de longe.

- Eu sou um cara que nunca desisto. Sempre fui o primeiro a chegar nos treinos, puxo fila, procuro ser o primeiro nos treinamentos com bola, nos treinos físicos, trabalho duro para chegar nos jogos em condições boas. Nos momentos difíceis eu treinava até mais do que quando sou titular. Acho que todo jogador tem que ser assim, para o treinador ver que ele está se dedicando. Estou aqui para ser útil ao clube, no momento que eu ver que não sirvo para ajudar, eu prefiro ir embora - disse o volante.

Com experiência de dez anos atuando fora do Brasil (na Roma, da Itália, Betis, da Espanha, e Ah Ahli e Al Shabab, ambos dos Emirados Árabes), Assunção contou que aprendeu bastante na carreira com jogadores mais experientes.

- O Cafu e o Aldair serviram de exemplo para mim no Roma. Eles sempre eram os primeiros a chegar e os últimos a ir embora do treino, isso serviu para ajudar eu ser o profissional que sou hoje.

Por: Tiago Leme

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