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Boca Juniors vence duelo argentino e garante vaga na Liga das Américas

Boca Juniors vence duelo argentino e garante vaga na Liga das Américas

Atualizado: Segunda-feira, 29 Novembro de 2010 as 8:39

O Boca Juniors chegou ao hexagonal final da Liga Sul-Americana com a autoestima abalada pelas 11 derrotas em 12 jogos na Liga Argentina. Precisava tentar surpreender os adversários e se encontrar em quadra para poder chegar à decisão da Liga Sul-Americana. Ganhou de Franca, mas esbarrou no Flamengo. Restava ainda a disputa da vaga na Liga das Américas, num duelo caseiro com o Quimsa, para tentar diminuir a má impressão de sua torcida. Conseguiu. Ficou com o bronze e com a classificação: 79 a 66 (36 a 30).

O torneio reunirá 16 equipes divididas em quatro grupos e terá início no dia 9 de dezembro, em Mar Del Plata. O Boca caiu na mesma chave de Flamengo, Mavort (EQU) e de um representante do Chile (ainda não definido). A primeira fase será disputada no Equador, a partir de 11 de janeiro. O Brasília, o outro representante brasileiro, está no Grupo B, com sede no México, ao lado do Halcones de Xalapa (MEX), do Cañeros de la Romana (DOM) e do Defensor Sporting (URU). O 'A' contará com Penãrol (ARG), Regatas Corrientes (ARG), Espartanos (VEN) e Toros de Nuevo Laredo (MEX); e o 'D' terá Sionista (ARG), Halcones Rojos de Veracruz (MEX), Capitanes de Arecibo (PUR) e Cocodrilos de Carcas (VEN).

O jogo

Apesar do bom começo de partida, quando abriu 10 a 2, o Quimsa não manteve a concentração. Desarrumado na defesa, permitiu que o adversário tomasse o comando do marcador e terminasse o primeiro quarto na frente: 21 a 15.

Com a volta do medalhista olímpico Roman Gonzalez à quadra, o atual campeão da competição voltou a se organizar e apresentar dificuldades para o Boca. Só que Fierro também dava trabalho do outro lado. Ele terminou o primeiro tempo com 14 pontos. Com as ações mais equilibradas, o segundo período terminou com 15 pontos para cada time e a vantagem parcial do Boca: 36 a 30.

O Quimsa voltou do vestiário mostrando mais interesse pelo jogo. Gonzalez seguia sendo a melhor opção da equipe. O problema era a marcação da linha de três. Apesar dos pedidos do técnico Carlos Romano, ela não funcionava tão bem e rival respirava nos momentos mais difíceis através de chutes longos. Um deles, no fim do terceiro quarto, mereceu a bronca do treinador do Quimsa em Balbi. Romano perdeu metade do pedido de tempo para beber uma água e se acalmar: 52 a 48.

Foi a senha para o Boca trabalhar melhor a bola no ataque e abrir dez pontos. O Quimsa se esforçava, mas não conseguia voltar a se aproximar. Deixou a quadra de cabeça baixa enquanto os rivais comemoravam como um título a vitória.

Por: Danielle Rocha

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