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Candidato à reeleição, Luis Alvaro quer Santos divulgando a Copa

Candidato à reeleição, Luis Alvaro quer Santos divulgando a Copa

Atualizado: Sexta-feira, 11 Novembro de 2011 as 2:48

Luis Alvaro quer comandar o Peixe por mais três

anos (Foto: Marcos Ribolli/Globoesporte.com) O presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, lançou oficialmente sua candidatura à reeleição na última quinta-feira, em recepção realizada em uma casa noturna de Santos. Eleito no fim de 2009, ele pretende dirigir o clube por mais três anos (até dezembro de 2014). Em seu discurso, o dirigente revelou que iniciará contatos com a Federação Paulista de Futebol e com a Confederação Brasileira de Futebol para abertura de “janelas” no calendário que permitam ao Peixe excursionar pelo País e também pelo Mundo divulgando a Copa de 2014.

Para o mandatário, com Neymar em campo, o Santos é o “garoto-propaganda” ideal para o Mundial, que será realizado no Brasil.

- O Santos é protagonista. Basta ver a repercussão da permanência de Neymar no Brasil até a Copa: foi manchete no mundo inteiro.

As eleições serão realizadas no dia 3 de dezembro. Haverá urnas na Vila Belmiro e também na Federação Paulista, em São Paulo. Os sócios santistas que preferem votar na capital têm até o próximo dia 18 para mudar o seu domicílio eleitoral, no site oficial do Santos ou comparecendo à Secretaria Social do clube.

A chapa de oposição ainda não tem candidato definido.

Mudança no estatuto

De acordo com o novo estatuto social do Santos, aprovado pelo Conselho Deliberativo em março, o mandato presidencial é ampliado de dois para três anos. Por outro lado, não serão mais permitidas reeleições ininterruptas. Ou seja, se for eleito novamente, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro não poderá concorrer ao pleito de 2014.

Além disso, ficou estabelecida a proporcionalidade no Conselho. Ou seja, se uma chapa obtém 30% dos votos, por exemplo,  ela tem direito de ocupar o mesmo índice das cadeiras do Conselho, mesmo sem vencer as eleições. Antes, independentemente do número de votos que conquistasse, o grupo vencido não elegia nenhum conselheiro. A chapa vencedora indicava todos os seus membros para ocuparem as vagas.        

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