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Com estilo ofensivo, Cicinho assume papel de garçom no Palmeiras

Com estilo ofensivo, Cicinho assume papel de garçom no Palmeiras

Atualizado: Quarta-feira, 22 Junho de 2011 as 10:18

Cicinho trocou o Santo André pelo Palmeiras no início deste ano e não só se firmou entre os titulares, como também se tornou um dos destaques da equipe alviverde. Diante do Avaí, no último domingo, o lateral não marcou nenhum dos cinco tentos da goleada, mas foi fundamental em uma outra função: a de garçom (assista aos gols do jogo).

Cicinho fez dois passes para os gols do atacante Luan. Também saiu dos pés do ala a jogada que terminou no pênalti em Lincoln, convertido por Kleber. Foram as primeiras assistências de Cicinho no Brasileirão. Ele credita esse papel de garçom a seu estilo ofensivo.

- Procuro sempre apoiar durante a partida. Sei que tenho uma qualidade ofensiva e, por isso, tive confiança para servir o Luan. Gosto de jogar sempre para frente. Quando pego a bola, não fico tocando de lado. Esse é meu estilo.

A fase do novo garçom palmeirense é tão boa que Cicinho já pensa em repetir o feito do irmão mais velho, só que com outra bola. Cabreúva jogou na Seleção Brasileira de futsal e agora atua no Kuwait. Espelhado no irmão, Cicinho se imagina defendendo a Canarinha, mas acredita que terá chances apenas em uma convocação “nacional”.

- Meu irmão ficou uns dois, três anos na Seleção. Se isso acontecer comigo será uma coisa linda (risos). Vou trabalhar e a convocação será conseqüência. Assim como todo jogador, quero ter isso na carreira. Mas Daniel Alves e Maicon são indiscutíveis, são dois grandes jogadores. Eu admiro muito o futebol deles. Até brinco com meu pai e com meus amigos que se tiver uma convocação só de jogadores que atuam no Brasil, eu vou estar dentro. Se aparecer a oportunidade, quero estar lá – comenta Cicinho.

Caso consiga realizar o sonho de vestir a Canarinha, Cicinho terá muito a agradecer para a comissão técnica do Palmeiras. O lateral credita a evolução do seu futebol aos ensinamentos do técnico Luiz Felipe Scolari e do auxiliar Murtosa.

- Cresci por conta da minha vontade, do Felipão e do Murtosa. Sem os dois me aconselhando, não seria o mesmo. No último coletivo, eles me chamaram e me deram umas explicações, eu aceitei e deu certo. Estou unindo o que sei com a experiência deles e, assim, só vou crescer.          

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