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CR7, Messi. Com diferencial, nova versão de miniaturas chega ao Brasil

CR7, Messi. Com diferencial, nova versão de miniaturas chega ao Brasil

Atualizado: Terça-feira, 29 Novembro de 2011 as 10:29

Time do Real Madrid é dos destaques da coleção

(Foto: Márcio Iannacca / Globoesporte.com) Os minicraques já foram mania no Brasil. Na Copa do Mundo de 1998, uma empresa de refrigerantes lançou a coleção da Seleção Brasileira. Entre os destaques, o baixinho Romário, o capitão Dunga... Os “cabeçudos”, como são conhecidos em algumas partes do mundo, continuam nas prateleiras de muitos colecionadores, mas a partir de 2012 uma nova mania pode vingar entre os brasileiros. São os “Minigols”.

Trata-se de miniaturas dos principais clubes da Europa e de algumas seleções, que são comercializados em pacotes, como figurinhas. Os “Minigols” são colecionáveis assim como os minicraques, mas tem uma vantagem a mais: fazem parte de um jogo de totó ou pebolim, como a brincadeira é conhecida em algumas regiões do Brasil. Todos os bonecos podem ser utilizados em uma mesa. De CR7 a Kaká... De Lionel Messi e Carles Puyol. Estão todos lá.

Villa e Messi imperessionam pela semelhança (Foto: Márcio Iannacca / Globoesporte.com) A nova mania que tomou conta da Europa foi criada na Venezuela, mas atualmente a sede da empresa que produz as miniaturas fica na Espanha. Na Europa, o pacote com uma unidade sai por cerca de € 3 (cerca de R$ 7,50). De acordo com os representantes de venda que estão no Brasil para participar da Soccerex, convenção de negócios do futebol, só na Europa foram vendidos no ano passado cerca de 4 milhões de unidades dos “Minigols”.

- Em mercador menores, nós vendemos em média 800 mil unidades – afirmou Ricardo Pierini, que representa dos “Minigols” no Brasil.

Cristiano Ronaldo não poderia ficar de fora da lista

(Foto: Márcio Iannacca / Globoesporte.com) E a presença dos representantes no país é uma maneira de negociar com os clubes canarinhos a produção de miniaturas dos principais craques brasileiros. Até o momento, as conversas acontecem com dez clubes. O São Paulo é considerado o mais suscetível à ideia. Por outro lado, o Vasco deu mais trabalho.

- Já temos um protótipo de um jogador brasileiro pronto, mas não podemos revelar. Estamos negociando para entrar no Brasil. As conversas acontecem com os clubes, tratamos do coletivo e não de um jogador individualmente – explicou.

Para tranquilizar os brasileiros, no momento da compra de um pacotinho dos “Minigols”, a chance de encontrar um astro como Lionel Messi ou Cristiano Ronaldo é a mesma de tirar um jogador menos famoso.

- No Brasil não pode existir essa questão de ter um mais difícil ou menos difícil de se tirar. As quantidades precisam ser as mesmas – disse Pierini, que já fabrica os craques da Espanha e sonha adquirir os direitos para fabricar miniaturas da Seleção Brasileira.

Equipe histórica do Barcelona também foi produzida (Foto: Márcio Iannacca / Globoesporte.com)        

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