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D'Ale aposta em Cavenaghi: 'Quando acertar uma, não vai parar'

D'Ale aposta em Cavenaghi: 'Quando acertar uma, não vai parar'

Atualizado: Sexta-feira, 1 Abril de 2011 as 10:45

São oito jogos pelo Inter, quatro deles como titular, um bocado de chances e nenhum gol marcado. Não é o Cavenaghi que os colorados esperavam. Mas ninguém melhor no Beira-Rio do que D’Alessandro para garantir que o atacante vai desencantar e se tornar um jogador que justifique o apelido de Cavegol. Eles fizeram uma parceria de sucesso no River Plate.

Para D’Alessandro, é só uma questão de tempo. Ele acredita que o Torito só precisa fazer o primeiro gol. Os outros virão naturalmente, na visão dele.

- O goleador, o artilheiro, vive dos gols. Se não faz gol, a cobrança está presente. Joguei três anos com o Cavenaghi no River. Ele fazia gol de qualquer jeito. A bola batia na canela e entrava. Se não faz gol, a cobrança é essa, mas ele tem feito um trabalho muito bom para o grupo. Contra o Jaguares, ele participou de dois gols. O trabalho vem sendo bom. Com certeza, acredito muito nele, como acredito em todo o grupo. Quando acertar uma, não vai parar, porque é um goleador – comentou o camisa 10.

D’Alessandro também analisou os primeiros passos de Bolatti no Inter, bem diferentes dos de Cavenaghi. O volante já tem três gols na Libertadores.

- O Bolatti entrou com o pé direito. Ele tem muita qualidade, é experiente. Para o Bolatti, também é importante fazer gols, e ele faz. Tomara que continue assim. Ele qualifica muito o grupo com a experiência dele.

O craque colorado comemora o sucesso de jogadores argentinos no Brasil. Ele espera que isso abra o caminho para outros compatriotas dele tentarem a sorte no país.

- Eu sou argentino. Para mim, é muito bom que continuem chegando jogadores argentinos. Todos nós, que chegamos há três, quatro anos, chegamos porque outros que vieram há mais tempo, como o Tevez, o Mascherano, abriram uma porta para nós.

Nosso caminho é abrir essa chance para que cheguem outros. Bolatti e Cavenaghi são dois jogadores qualificados, que estavam na Europa, jogadores de seleção, que estão trabalhando com o grupo, prontos para fazer o trabalho que eles sabem.      

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