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Diretoria sabe que não pode segurar Felipão, mas crê na permanência dele

Diretoria sabe que não pode segurar Felipão, mas crê na permanência dele

Atualizado: Sexta-feira, 18 Março de 2011 as 3:42

Luiz Felipe Scolari foi notícia durante a semana na imprensa portuguesa, que informou que o treinador do Palmeiras interessava ao Sporting e até ao Fluminense. O comandante palmeirense despistou sobre o assunto. Já o presidente Arnaldo Tirone se manifestou e deixou claro que não pretende se desfazer do treinador.

- Nesse momento nossa meta é manter a comissão técnica. O Felipão tem contrato com o Pameiras, é um técnico de grande porte e todos os clubes assediam esse tipo de técnico. Mas nossa filosofia de trabalho é manter a nossa comissão técnica. Não temos intenção nenhuma de fazer essa mudança, estamos muito felizes com o trabalho dele - disse o mandatário em entrevista à rádio Jovem Pan.

A tranquilidade de Tirone tem explicação: ele ouviu do próprio técnico que não pretende deixar o Palmeiras, muito menos para outro clube brasileiro. 

- Conversei com ele por mais de uma hora ontem e ele me disse que se tiver que ficar no Brasil vai ficar no Palmeiras e não tem a intenção de sair.     O vice-presidente, Roberto Frizzo, vai na mesma linha de Tirone e, apesar de afirmar que é impossível segurá-lo no clube, não acredita em sua saída.

- O Felipão é um treinador, não um atleta, e não temos os direitos econômicos dele. Se amanhã ou depois ele se interessar por outra proposta e quiser rescindir conosco é uma escolha dele. E tenho certeza que com a dignidade e correção que ele tem, nos procurará antes de qualquer decisão. Enquanto isso não ocorrer, estamos tranquilos de que ele estará domingo dirigindo o time contra o São Caetano. E não estamos procurando outro treinador - explicou o dirigente, em entrevista à rádio Bandeirantes.

Além do possível interesse de outros clubes em Felipão, há dentro do próprio Palmeiras uma certa divergência sobre a permanência do comandante. Alguns conselheiros acham que o técnico recebe um salário muito alto, incompatível com a atual situação financeira do Alviverde.    

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